segunda-feira, abril 29, 2013

Final Fantasy Tactics



Por muito tempo esse jogo foi o meu jogo favorito. Diria, até, que continua sendo meu jogo favorito. Eu fui fascinado por esse jogo desde a primeira vez que o vi, quando ainda era muito pequeno. Lembro-me de ter finalizado ele naquela época. Mais uma vez, durante a pré-adolescência, esse jogo me fez gastar umas ótimas horas. Eu utilizava um emulador de PS1 no meu antigo Pentiun 3 para jogar. Como o PS1 era um console realmente bem fácil de se emular, lá se vai eu denovo finalizando novamente o jogo. Dessa vez, me lembro um pouco mais de como foi jogar, o que só manteve minha paixão acesa.

Naquela época mesmo, meu pai comprou um PS2. Me perdi por meses nos jogos de PS2, até uma hora que não sabia mais o que jogar. Encontrei meu memory card de PS1, um laranja edição especial do Space Jam, se me lembro bem, e lá ia eu novamente, jogar o grande Final Fantasy Tactics. Já existia um save com uma quantidade excessiva de horas para a parte que eu estava. Isso me incomodava, mas eu joguei mais uma vez. Não me lembro de tê-lo finalizado dessa vez. Nessa época também, um grande amigo meu comprou um PSP. Ficávamos no quarto da minha irmã, que era mais aconchegante, conversando juntos, nós 3, e jogando o Final Fantasy Tactics. Eu no PS2, ele no PSP e ela assistindo. Naquela época eu não ligava muito para ela, mas acredito que nessa hora eu realmente devia apreciar a companhia deles dois.

Mas vamos quanto a história. Eu pesquisei bastante sobre esse jogo naquelas épocas e me lembro claramente de ter lido que a tradução para PS1, do japonês-inglês, era mau feita. Então, por um acaso do destino – verdadeiramente um acaso, eu coloquei as minhas mãos em um PSP. Dessa vez eu não tinha data para devolver. E, como eu havia forçado para o dono do PSP como o Final Fantasy Tactics era bom, o jogo já estava lá. Só me restava jogar. E eu joguei. O tempo todo eu joguei. Entre uma partida de DotA e outra. Pegando carona com um caminhoneiro desconhecido com um caminhão com 20 toneladas de ferro, que podia nos matar caso ele errasse nos freios, eu estava jogando. Não consigo descrever o carinho que eu tenho por esse jogo. Mesmo não tendo sido totalmente fanático a ponto de pegar todos os itens do jogo – peguei apenas os que eu queria.

Mas vamos à história, ok?

Final Fantasy Tactics: War of the Lions

O jogo possui como protagonista Ramza Beoulve. Filho bastardo da casa Beoulve, uma importante casa em Ivalice, o mundo o jogo. É um daqueles jogos que se “começa pelo meio” para depois ir para o começo. Esse começo mostra você junto de um mercenário chamado Gaffgarion. Vocês presenciam o sequestro da princesa por um cavaleiro de armadura dourada, que Ramza acredita ser Delita Hyrial, seu amigo de infância.

Ramza Beoulve, o protagonista. Por muito tempo foi meu nick pela internet

Depois dessa pequena cena, que possui uma batalha na qual você apenas controla o seu próprio personagem, voltamos a uma cena introdutória. Nela conta que o mundo de Ivalice acabou de sair de uma guerra chamada de “guerra dos 50 anos”. O problema é que, depois de uma guerra com uma duração tão longa, é inevitável que se haja problemas póstumos. Nesse caso é que, os ex soldados de guerra hoje em dia não possuem mais comida e, os seus ex-senhores, não os consideram cavaleiros. Eles não possuem privilégios, o que faz muitos desses apelarem para a bandidagem.
Ramza está em uma escola para cadetes, junto de Delita que vimos na primeira cena. Embora nem ele nem você estejam usando armadura, você claramente nota que é o próprio Delita ali. Você possui uma pequena party e cada um dos seus membros possuem algumas classes, ou jobs. O da maioria é Squire. Esse sistema desse jogo é o que me fez amar para sempre sistema de classses, principalmente quando o seus personagens principais ou personagens secundários (como é nesse caso) mudem de roupa. Na primeira batalha estamos lutando exatamente contra o grupo que eu citei, ex-soldados que apelaram para a bandidagem.
Depois de derrotá-los, o objetivo é ir para o castelo onde a casa Beoulve se encontra. Seu pai (pesquise o nome dele) Beoulve está morrendo. Você precisa ir até lá visitá-lo. No meio do caminho você encontra um cara sendo atacado por bandidos. Seu nome é Argath. Depois de resgatá-lo, ele junta-se a sua party como Guest. Argath é filho de um nobre que cai em desgraça por ter feito algo errado que não me lembro exatamente o quê, se me lembro bem foi traição. Argath está tentando reconquistar o nome da sua casa.
Ao chegar ao castelo vemos você falando com sua família. Sua mãe já morreu há muito. Na sala está seu pai moribundo, seus irmãos - filhos legítimos da casa Beoulve – Dycedarg, o primogênito e Zalbaag, o segundo, sua irmã mais nova e você – filhos bastardos, mas nada que impeça seu pai de amar vocês igual. Seus irmãos são grandes homens. Seu irmão mais velho é um Duque e o imediatamente mais novo é um cavaleiro do caralho. Ninguém parece se importar muito com vocês dois serem bastardos.
Delita e sua irmã, Tietra (que no original se chamava Teta, lol), são “filhos adotivos”. Os pais deles trabalhavam para os Beoulve e, com a morte destes, o Beoulve pegou os dois para criar.
Não me lembro como acaba acontecendo, mas o importante é: a irmã do Delita é sequestrada por um bando de bandidos. Eles acreditam que a Tietra é filha da casa Beoulve, e que conseguiriam um bom dinheiro pedindo resgate. Argath se separa, ele quer virar um cavaleiro para o castelo – coisa que só nobres podem – então logo vai por baixo das asas do segundo irmão Beoulve.
Delita Heiral, conhecido como herói de Ivalice mais tarde


Você encontra e mata parte dos responsáveis pelo sequestro, porém, o último envolvido foge com Tietra. Finalmente você o encontra, porém, na sua frente está as tropas do castelo. O bandido está usando Tietra como escudo humano, para que os arqueiros não possam matá-lo. Um cavaleiro responsável dá a ordem para Argath, e este atira. O tiro acerta Tietra, e ela cai no chão. Atira uma segunda vez e mata o bandido. Delita, incoformado, pergunta o que eles estão fazendo. Argath, que possui um complexo de superioridade para cima do Delita por este não possuir sangue nobre, diz que pessoas comuns valiam menos e por isso não existia problema nenhum com a morte dela.
 
Princessa Ovelia e sua Swordsmaiden, Agrias. Como eu adoro a Agrias

Delita inconformado parte para cima. Começa uma batalha, o seu pequeno grupo contra Argath mais alguns soldados do castelo de Eargrose. O objetivo da batalha é simplesmente matar Argath. Nessa mesma batalha possui uma torre cheia de pólvora. O bandido, ao tomar a flechada, foge para dentro dessa torre. Ele acende a torre e ela explode quando você completa o objetivo da batalha. Delita está ao lado da sua irmã, com todo o resto explodindo. Ramza chama o nome dele, mas em vão.
Assim acaba o primeiro capítulo. Você deixa de servir o castelo e se junta ao mercenário Gaffgarion. Você trabalha junto com ele. Ele é um guest na sua party. E o ponto de partida é, justamnte, a batalha que descrevi primeiramente. Nessa hora Agrias, a cavaleira protetora da princesa Ovelia, se está junto também, para resgatar a princesa. Vocês estão atrás da princesa sequestrada. Em uma certa batalha encontram as pessoas para as quais Gaffgarion e, teoricamente você, estão trabalhando. Eles ordenam para vocês matarem a princesa. Como, na verdade, você está mais ajudando Agrias a encontrar a princesa e encontrar Delita, que você acreditava estar morto, do que ser mercenário, você ignora as ordens e protege Delita e Ovelia.
A trama principal, digamos, global, é a contestação da legitimidade do trono para princesa Ovelia ou o Duke Larg.
Ao derrotar o grupo, junto de Gaffgarion que se teleporta para fora da batalha quando é ferido, você se dá conta de que realmente é o Delita ali. Ele e a princesa se juntam a party, também como guests. Não me lembro se tem alguma batalha na qual todos estes estão presentes nessa hora, tirando a que eu acabei de descrever.

Mustadio, importante para a história mas principalmente para as sidequests.


Delita está trabalhando para o Duke rival, o que quer colocar Ovelia no poder. Seu nome é Goltanna. Ramza não entende o porquê de Delita estar fazendo isso. Com os discursos de ódio aos plebeus que Argath dava, Delita jurou destruir todo esse sistema antes de sumir. Ramza, mesmo sendo nobre, não concordava com o jeito que tratavam os plebeus. Portanto Ramza não entende o motivo pelo qual Delita estaria trabalhando, justamente, para uma castelo. Acontece, também, de ele não ser um cavaleiro qualquer. Ele é um “Holy Knight”, se me lembro bem, que é a mesma classe que a Agrias.
Delita possui seu plano inteiro arquitetado. Ele já previu todos os movimentos que estão para acontecer. Ao finalmente chegar ao castelo, junto com a princesa e sua espadachin, você as deixa. Não me lembro do objetivo, porém, mais tarde descobre-se que o Duque também só quer usar a princesa. O Duque Goltanna clama a legitimidade do trono para reinar por trás do pano, tendo uma rainha fantoche. Duque Larg exige de outra forma.


Orlandu, ou nofunallowed. Caso você use ele durante o jogo, tudo fica muito fácil

Nessa hora descobre-se que sua irmã foi sequestrada. Não me lembro o motivo, mas lá vai você atrás dela. É uma emboscada nos portões do castelo, tendo como protagonista o mercenário Gaffgarion. Você o derrota e resgata sua irmã. Parece simples, mas é uma das batalhas que eu mais tive trabalho, quando pequeno. Ramza pensa nesse momento que um local onde ele poderia levar sua irmã, para ela não ser alvo de pessoas que buscam atingi-lo é um local neutro. Ou um local que ele acredita ser neutro, isto é, a igreja.
Você a deixa na igreja apenas para descobrir que, na verdade, a igreja está por trás da guerra. A igreja venera uma santidade chamado Saint Ajora. Ajora foi uma pessoa que, em um tempo de guerra, juntou as 12 pedras do zodíaco – pedras lendárias de poder indescritível – e pacificou o mundo. Seus feitos eram reverenciados, tendo ele seu próprio culto. Ajora estava morto há muito tempo. Quem controla a igreja quer ressucitar o Saint Ajora que, Ramza descobre, ser uma grande mentira. Ajora era um homem comum e, embora tenha realmente juntado as 12 pedras do zodíaco, não foi por uma causa nobre.
Você quer impedir que a igreja junte as 12 pedras do zodíaco para chamar os cavaleiros novamente. A igreja quer fazê-lo para dominar Ivalice. Ao mesmo tempo, você quer resgatar usa irmã que você entregou de bandeja para eles.
Assim se passa os próximos capítulos do jogo, no qual eu resumi bastante o que acontece. Cada vez que você encontra um portador de uma pedra do zodíaco, há uma luta. Uma primeira luta, com a pessoa em forma humana, e uma segunda luta quando o seu adversário usa a pedra do Zodíaco para se dar um incrível poder e. Eles viram um dos Summons do Final Fantasy XII. Tecnicamente os summons são do Final Fantasy Tactics – que se passa em Ivalice originalmente – mas a versão para PSP fez algumas adaptações ao contrário (do mais novo para o mais velho). As adaptações são apenas nomes, então é sem problemas.
Em posse da sua irmã, os verdadeiros vilões da história se dão conta de que ela é especial. No começo eles tentavam barganhar dar a pedra do zodíaco que Ramza carregava, que Alma deu a ele quando ele a deixou na igreja, pela irmã dele. Mas como eles nunca pretendiam entregar Alma de fato e Ramza derrotava portador da pedra um a um. Eles se deram conta que Alma era a hospedeira perfeita para a reencarnação de Saint Ajora.
Ao final dessa corrida, tendo participado de diversas mini-tramas, como o Engineer Mustadio e sua busca pelas ruínas de uma civilização antiga que usava as pedras do zodíaco; os irmãos Malak e Rafa, que serviam um senhor que havia matado seus pais e queimado sua vila, apenas para procurar pessoas como eles, que possuiam um poder único meio “psíquico”; Agrias se juntando a você por vontade própria para ajudar-te a completar seus objetivos, uma vez que esta estava segura junta de Delita; Olan, filho adotivo de Orlandu a resgatar o seu pai; o caralhudo e foderoso Orlandu, uma lenda da guerra dos 50 anos, batalhou junto com o pai de Ramza e possuia o título de Deus do Trovão. Ele possui também uma classe única chamada Sword Saint que, na versão de PS1, tinha suas skills como nome “All Swordskills”, na versão de PSP se chama “Swordplay”; a Meliadoul, uma ex-Temple Knight – os desgraçados que você estão por trás de tudo - filha de um deles, ela abandona ao se dar conta da sujeira que eles estão cometendo. Não está em nenhuma ordem particular, mas são coisas que são bem importantes. Eu também só comentei de personagens essenciais para a história, nessa vez que eu joguei o meu objetivo era ter todos os personagens especiais que você pode pegar em um playthrough. Apenas não manti o chocobo Boco, que, bem, não considerei muito.
Finalmente na parte final. Delita já deu o seu gole de estado e tomou o trono do duque. Se casou com a princesa Ovelia, em um casamento por conveniência, e se tornou rei. Dycedarg, irmão mais velho de Ramza, é o verdadeiro responsável por trás da morte de seu pai. Descobriu-se que ele envenenou para tomar posse da casa Beoulve. Ele, com este poder, pretendia, também, dar um golpe. Porém no Duke Larg – que era seu amigo e próximo. Zalbaag, ao descobrir isso confronta seu irmão com suas tropas e o mata também, pouco após Zalbaag dar o seu golpe e ter virado Duque.
Isso também em nenhum ordem em particular. Mas voltando a parte final.
Você está prestes a confrontar os Lucavi, os Temple Knights. Adentra o monastério onde todos eles se encontram e começa uma sequência de batalha. Derrotando novamente os Temple Knights e indo para em outra dimensão, tudo isso para resgatar sua irmã. Finalmente a encontra. Ela está junta do último Temple Knight. Ele não perde tempo e já usa sua pedra do Zodíaco para se transformar. Você o derrota, mas já é tarde. Saint Ajora reencarna no corpo da sua irmã e vira outro monstro. Você parte para batalha e acaba com o monstro também. Sua irmã está resgatada, mas você está em um local sem volta.
O final deixa meio aberto quanto a vocês dois estarem, na verdade, vivos. Olan vai ao seu funeral e tem certeza de ver vocês dois passando de chocobo.
E é isso aí. O jogo de console que eu mais adorei em toda minha vida. O jogo que eu tenho mais carinho e o motivo pelo qual eu ainda vou comprar um PSP só meu e ter esse jogo original.

Cada vez que eu escrevo eu me lembro porque eu demoro tanto para juntar coragem para escrever. Já se foram 2 horas desde que comecei, motivado a um anime que assisti há algum tempo. Minha memória é horrível e não quero me transformar em uma outra pessoa. Eu quero ser eu, e isso faz parte do meu eu. Não quero esquecer. Então aqui recordo, com minhas próprias palavras, as minhas memórias mais recentes do que eu vi, joguei e possivelmente senti jogando uma das maiores obras primas do universo e a maior obra prima que eu já joguei.

segunda-feira, março 25, 2013

Dragon Age: Origins

Wow. Fazem 2 anos que eu não escrevo aqui. Isso me faz lembrar que nesses 2 anos eu não andei finalizando muitos jogos. Ou pelo menos, não me lembro de te-lo feito. Então vou retomar como se nada tivesse acontecido e postar sobre essa delícia que é Dragon Age: Origins.


Já tem algum tempo que eu finalizei e, honestamente, estou com vontade de escrever sobre os jogos que eu finalizei depois desse. Mas vamos a história toda.

Eu não me lembro porque eu baixei esse jogo. Eu estava muito tempo sem jogar um jogo single player por causa do DotA. Todos que eu baixava eu acaba enjoando e deletando 10 minutos depois de finalizar o Download. Este jogo foi uma exceção. Eu joguei umas boas 10~12 horas antes de parar de jogá-lo.

Parei por um tempo realmente longo. Até que voltei a ter contato com o computador no qual ele estava instalado. Prometi a mim mesmo que não começaria nenhum jogo seriamente até terminar de jogar. Não que o jogo fosse ruim e eu me sentisse forçado, é só que esse jogo em específico eu gostava de jogar em condições que eram muito dificilmente atingidas, isto é: Luzes apagadas, ninguém em casa ou todo mundo dormindo, fones de ouvido e, principalmente, sentir uma vontade de jogar. Não vou poder providenciar screenshots porque elas foram deletadas.



O jogo possui algumas rotas para se começar, digamos. Você escolhe entre uma das 3 raças e 3 classes, sendo essas Rogue, Warrior e Mage, cada uma tendo 4 sub-classes, e entre essas 3 raças possui a opção "commom" e a outra que eu não me recordo direito, mas era algo como "nobre" ou alguém que não era tão pobre quanto a primeira opção. Além do sexo do personagem, é claro.

Eu tenho síndrome de criar personagens femininas e acabar me apaixonando por elas. Este jogo não foi exceção. Criei a minha Common Elf, deb abelos pouco abaixo do ombro prata e comecei o jogo.

O jogo se passa em um mundo que está preste a ser desolado por uma catástrofe chamada Blight. A Blight acontece a cada X anos e cabe aos Grey Wardens unir todos os reinos e derrotar a Blight. Você, no caso a minha Elfa chamada Lyna, perde um amigo para os Darkspawn. Não me lembro direito, mas você acaba juntando-se aos Grey Wardens.

Na imagem, Alistar, um Grey Warden que te acompanha na sua jornada e o Rei Cailan.


Durante o jogo, o seu objetivo é, justamente, unir todos os povos sob a bandeira dos Grey Wardens para derrotar a Blight. Os "povos" são 4. Os elfos, que vivem na floresta, os Anões, que vivem no subterrâneo, e os humanos, que vivem em certas cidades e os Magos que vivem na Circle of the Magi. É uma generalização bem grande, não é tão simples assim, na verdade.

Cada um deles possui uma Main Quest e as Sidequests. Para com os elfos, a Main Quest é o ataque de lobisomens aos elfos. Transformando eles em lobisomens irracionais ou os matando. Ao desenrolar da trama, você descobre que os lobisomens são lideradas por um espírito da floresta, que também é o principal responsável pelos ataques. Também descobre que eles são vítimas de uma maldição que foi feita pelo líder da tribo dos Elfos - que sabia desde o começo qual era a causa, mas não queria se envolver, fazendo sua aparição ser muito cômoda. Eu tomei parte na causa, favorecendo os lobisomens que são vítima da maldição. Depois de derrotar o líder dos elfos, este decide desfazer a maldição. O pequeno detalhe: ele é imortal por causa da maldição, portanto, ao desfazê-la ele também morre.

Não me lembro quando, mas uma maga chamada Morrigan entra no grupo também. Ela é filha de uma maga  muito velha e descobre, posteriormente, que a mãe dela pretende usar o corpo dela para prolongar a própria vida. Eu nunca cheguei a completar essa quest.


Morrigan

São 2 partes que eu tenho que ajudar os humanos. A primeira é com um pequeno castelo que sofre ataques noturnos de Darkspawn. O rei do castelo está dormindo, vítima de uma maldição, e o seu filho está sendo possuído por um demônio. Ao investigar mais, você descobre que o filho é um mago, mas isto é mantido em segredo porque magos não são bem vistos entre a nobreza. A rainha deste castelo contrata um mago particular para ajudar a criança a desenvolver seus dons. O que ela não sabe é que este mago é, para começar um Blood Mage, e segundo que ele foi contratado para matar o rei. Quando você chega o mago já está preso, sem ninguém do castelo saber o que fazer com ele.

Você faz um trato com ele, em troca de não matá-lo naquela hora ele irá fazer um ritual para que você possa entrar na mente do garoto e retirar o demônio de lá. O método alternativo seria simplesmente matar o garoto, método pelo qual eu não optei. Você invade a mente do garoto e, de fato, mata o demônio. A mãe do garoto de agradece, mas o rei permanece dormindo.

Você escuta falar sobre a Urn of Sacred Ashes da profeta Andraste, algo como a Jesus deles. Estas cinzas podem curar qualquer doença. Então você sai para buscá-la. Mas não imediatamente.

Para com os Magos o objetivo é, na minha opinião, o mais sinistro de todos. Magos são pessoas que conseguem passar um tempo a mais no Fade, o mundo dos sonhos. Conseguem fazer magias por causa dessa sua capacidade. O Lyrium, que é o que recupera mana durante o jogo e o que dá poder aos magos, possui sérios efeitos colaterais. Alguns personagens com o qual você entra em contato parecem totalmente retardados por causa do Lyrium, alguns outros simplesmente gaguejam. Uns terceiros são malucos.

Os templários guardam os Magos. Magos são considerados perigosos e vivem em uma torre isolada, estudando magia. O que aconteceu é que, por causa da opressão dos templários, alguns magos procuraram aumentar seu poder com Blood Magic, isto é, magia que usa a sangue, ou seja, vida, como fonte. Fizeram pacto com demônios e estes demônios invadiram a torre. Os templários trancaram a torre e estavam esperando a aprovação do Right of Annulment. Esse Right of Annulment serve para, se os magos ficarem fora de controles, os templários tem a autorização para matar todos os magos presentes na torre. Meio fascista, com certeza.


                                      Wynne

Meu objetivo era matar todos os demônios presentes na torre, sem matar os magos, para o Annulment não precisar ser efetuado. Durante a minha subida a torre encontrei a Wynne, a High Enchantress do Círculo. Subi a torre todo, matei a abominação e a Wynne se juntou a mim em minha jornada.

Para os anões a Main Quest é a disputa de poder entre o filho do antigo rei dos anões e o legítimo rei dos anões, isto é, depois da morte do Rei, o filho clama pelo trono, enquanto o testamento dele clama por uma outra pessoa. Escolhi tomar parte pelo legítimo rei, por ter visto que o filho do antigo rei é uma pessoa cruel e egoísta. Para clamar a legitimidade do trono, você tem de se aventurar pelas rotas fundas e abandonadas, abarrotadas de Darkspawn dos anões e procurar a Paragon deles.

Paragon é um anão que deu uma contribuição tão grande à eles, que sobe de casta e forma sua própria casa, de modo resumido. A paragon deles é a esposa de Oghren, o anão que te acompanha querendo achar sua esposa. O objetivo de procurar a Paragon é para que ela possa forjar uma coroa com a Anvil of the Void. Essa Anvil of the Void é uma bigorna lendária, na qual os anões em tempos passados criaram Golens para combater os Darkspawn. O que você descobre, entretanto, é que o preço para criar os Golens era escravizar as almas deles para sempre.


                            Oghren

O jogo te dá a escolhe de destruir a bigorna. O guardião da bigorna pede para você fazer isso. Eu decidi que a bigorna era valiosa demais e que almas humanas eram um pequeno preço a se pagar por tamanho poder, então tive que enfrentar o guardião da Bigorna. Oghren descobre que sua esposa mudou muito, tornando-se uma pessoa seca e sarcástica, embora indubitavelmente habilidosa em forjar. Depois de pedir para ela forjar a coroa, eu volto para declarar quem a Paragon havia escolhido como rei. Na verdade quem escolhe fui eu e eu, de fato, escolhi o Rei que fora dito pelo testamento. O filho do rei se revolta, mas eu simplesmente mato ele também. Oghren também me acompanha em minha jornada.

A maioria dos anões não sai do subterrâneo nunca. Os que saem são apenas os comerciantes. Aí que é notável lembrar que o Oghren me acompanha porta a fora para o mundo todo, que ele considerou incrível.

Finalmente vou ajudar os outros humanos.

Algo que eu não mencionei é que o Alistar é o filho bastardo do antigo rei, não o Rei Cailan, o pai dele. Então ele se exilou com os Templários e depois virou um Grey Warden. Na cidade eu investigo e descubro uma dica muito boa sobre onde a tal Urna pode estar. Me dirijo até a tal cidade.

É uma cidade sinistra, que segue seus próprios padrões da religião da profeta, como ter padre homem, no lugar de mulheres como é normalmente. Existe um dragão no topo dessa montanha. Dragão, como sempre, é aquele monstro extremamente forte. O pessoal nessa vila acredita que o dragão seja a própria profeta Andraste. Não dou muito bola e mato todos eles lá, subo a montanha e mato o Dragão também - até parece que foi fácil assim. Encontro uma câmara na qual acredita que as cinzas estão. O problema é que eu preciso passar por certos desafios para ser digno.

Aceito, passo os desafios e no final recebo uma pequena pitada das cinzas para curar o rei citado na primeira parte. Com as cinzas em mãos, volto e curo o rei.

O rei possui uma estratégia de como tirar o Loghain, um antigo herói de guerra e responsável pela morte do rei assim como a traição e morte de todos os Grey Wardens daquele continente, do poder - sim, um belo filho da puta de um arco que eu não citei. Ela consiste em clamar o Alistar como rei legítimo e dividir a opinião por causa disso.


O plano não é muito bom, então eu preciso impressionar cada um dos nobres. Eu impressiono alguns deles, irrito outros e finalmente o dia da votação pelo rei chega. Loghain perde. Loghain também é um mau perdedor e começa uma guerra sem limite dentro da sala de votações. Quando você tira todo o HP dele, uma cutscene aparece na qual vocês vão decidir a votação pelo modo antigo. Um 1x1. Logahin versus algum dos seus personagens.

                                                                                              Loghain

Eu escolho a minha Lynna, que é a minha personagem mais forte, versus o Loghain. Ele é durão, mas no final eu o derroto. Alistar, em fúria, pede pela morte do maior traidor. Um Grey Warden veterano, que não estava quando o Loghin traiu a todos, diz que o Loghain é um guerreiro muito experiente para se jogar fora. Eu concordo.

Alistar fica em fúria e diz que se recusa a ser um Grey Warden, que para ele é uma honra, junto com Loghain. Como pouco antes disso, por minha personagem ser feminina, o Alistar meio que se declara para ela eu mandei ele ir tomar no cu e deixei ele sair da party - uma decisão imbecil, mas essa foi a única rota que eu fiz. Loghain, ha, entra na party no lugar.

Finalmente vamos para o arco final. O Logahin substitui o Allistar na party e faz papel como o meu 'tank'. O final acontece nessa mesma cidade, com a invasão do Archdemon, que, por acaso, é um dragão também. Os Darkspawns existem o tempo inteiro. Mas só tentam destruir o mundo sob o comando do Archdemon. Como o Archdemon acordou, eles estão lá, novamente causando a Blight.

Um pequeno problema. O Archdemon só pode ser morto por um Grey Warden. O Grey Warden precisa se sacrificar para poder matar o Archdemon, caso contrário ele simplesmente volta a vida. Para contornar isso, Morrigan se oferece para fazer um ritual. Ela precisa fazer sexo com o Loghain, apenas uma única vez porque, com a mágia, ela engravidará de primeira, e na hora que o Loghain dar o golpe final no Archdemon ele não morrerá. Ao invés, o espírito do Archdemon irá para a criança na barriga da Morrigan, que pretende sumir para sempre assim que a batalha acabar.

A cidade está toda destruída. Eu possuo unidades de reforço de cada povo que eu recrutei. Juntos, limpamos a cidade do Darkspawn até, finalmente, nos juntarmos e irmos enfrentar o Archdemon. O Archdemon era um dragão badass e foi necessário bastante técnica para derrotá-lo. De qualquer forma eu o derrotei, trazendo um fim para a Blight antes que ela se espalhasse pelo mundo todo.

Fim o/

É um jogo muito bom. Seu sistema de batalha é muito legal, seus gráficos bem satisfatórios. Sua história é muito boa, mesmo estando aqui de forma bem resumida. Cada peça de equipamento aparece (sou gamado por jogos que fazem isso), os status são bem completos e as classes secundários são bem rasas, mas nada de mais. Eu gostei do jogo, sim. Mas não ameeei o jogo. Eu queria simplesmente terminar de registrar logo para poder escrever sobre o próximo jogo, o a próximo anime que eu assiste. Estes eu gostei mais. Terminei o jogo porque eu já havia jogado ele por muitas horas para simplesmente desperdiçá-las. Não me arrependo, entretanto.

sábado, maio 07, 2011

Amnesia: The Dark Descent

Eu não gosto de jogos de terror. Aliás, até gosto mas não jogo porque não tenho coragem. Acontece que esse jogo eu não joguei sozinho. Um amigo meu havia comentado que tinha baixado o jogo mas que era meio medroso para jogar. Falei que também era, e ele falou então que deviamos jogar juntos. Chamamos mais um amigo, porque quase sempre estamos juntos, e nós três começamos a jogar juntos. De jogo de terror antes eu só havia jogado Residente Evil (quando ainda era terror) e Silent Hill Shattered Memories (que tentei jogar sozinho e não finalizei por medo). De longe, Amnésia é o pior de todos. Sua história é... elaborada digamos. Não apela para o terror e te deixa com vontade de jogar mais não para tomar sustos, e sim para continuar entendendo a história.



Amenesia: The Dark Descent

Jogar com três pessoas faz do jogo bem menos assustador, o que era bom. Revesávamos a vez de quem deveria jogar mas acontece que sou realmente muito medroso para esse tipo de jogo e acabei só jogando em duas ocasiões distintas. Não darei nome a quem jogou porque realmente não é importante para o que eu quero guardar escrevendo agora.

O jogo é em primeira pessoa e você controla o Daniel. Daniel acorda e não sabe onde está. Se levanta e olha para frente, onde vê uma um papel com coisas escritas. Uma nota. A nota foi escrita por você mesmo e diz que você havia tomado uma poção de Amnésia para esquecer as coisas. Daniel diz também que existe uma sombra que te persegue e não há nada que você possa fazer sobre isso, também pergunta sobre o nome "Alexander de Brennenburg" ainda te traz raiva. Seria bom sentir sentir, pois Daniel diz que ele deveria matá-lo. Daniel diz que você achará explicações, mas que por enquanto você deve matar o Alexander. Diz que o corpo dele é velho e debilitado e o seu jovem e forte. Para finalizar diz para você seguir uma trilha de gosma.

O jogo se passa em um castelo que, mais tarde se descobrirá, (não me lembro se está escrito na primeira nota) é o castelo do Alexander de Brenneburg. O castelo é bem grande e há áreas trancadas. O jogo não é por fase e nem linear. Há um limite de espaço que você pode explorar até acontecer um certo evento que te deixará trancado na nova área. O jogo conta também com o seu diário de anotações, as suas "missões" que nada mais são que constatações que o Daniel faz e para onde ele deve ir, e seu inventário. No inventário existe uma foto de um coração, mostrando a sua saúde e outra barra mostrando a sua sanidade. Perder vida não é nada demais, digamos assim, apenas que quando a sombra te encontrar vai te matar mais rápido. Perder sanidade, por outro lado, é muito mais divertido. Todo o jogo fica esquisito. A câmera começa a se mexer sozinha, as vezes baratas passam pela tela, dá-se todo um efeito como se o Daniel estivesse drogado, quando ele está só ficando louco. Sua aumenta conforme você faz progresso na história do jogo.

O modo mais fácil de deixar o Daniel louco é encontrar a sombra (que não é bem uma sombra, é um monstro). A sombra, entretanto, não está dando sopa por aí, então o outro jeito de ficar louco é ficar em local sem iluminação. Ficar em lugar sem luz não te deixa no último nível de loucura, que dificulta bastante jogar, mas te deixa um pouco louco. As vezes é necessário para se esconder da sombra ficando em local muito escuro, até a sombra passar, ao menos. Você, porém, conta com uma lamparina a óleo e fósforos para acender os diversos pontos do castelo, como tochas na parede, lamparinas no teto ou velas nas mesas.

Ao continuar jogando, você vai encontrando mais notas e elas começam a revelar o enredo. Começando pela viagem de Daniel à Argélia.

O jogo se passa em 1800 e pouco, diga-se de passagem. Sim, é um jogo "de época".

Daniel participa de uma expedição à Argélia com um professor cujo o nome eu não me lembro. Como era corriqueiro daqueles anos, as expedições possuíam um guia local, assim como vários carregadores e serviçais. Durante a expedição eles encontram uma tumba. Todos entraram e começaram a explorar. Daniel foi a frente em uma certa parte e acabou preso em um local. O local era todo preto e possuía apenas uma luz azul em seu centro. Daniel caminhou até a luz azul e sentiu uma sensação de bem-estar. Nesta luz azul, ele encontrou uma orbe. De repente Daniel desmaia. Acorda muito tempo depois. O professor disse que ele ficou preso por uma hora na tumba, enquanto Daniel sentiu que foram apenas cinco minutos. O professor fica preocupado e manda Daniel de volta para sua casa, na Inglaterra.

O que escrevo é na ordem cronológica que vem na minha cabeça, mas de qualquer forma continuemos.

Daniel escreve outra nota. Nesta nota diz que a orbe está quebrada e que ele tenta concertá-la. Não consegue. Se pergunta como aquela orbe perfeita podia estar agora em pedaços na sua mesa. Comenta também que anda tendo pesadelos terríveis e que fica com medo de dormir de noite, que vai procurar um médico mais tarde.

Em outra nota.

O professor diz que os homens estão com mais medo que nunca, depois que Daniel foi embora. Diz que algo está matando os participantes. O professor, irritado com tanta crendice, mata um dos serviçais para manter todos na linha.

No jogo você simplesmente está resolvendo alguns puzzles enquanto avança na história. A história é contada através das notas que você encontra. Então o que eu basicamente vou falar são sobre elas.

Daniel procura um médico mais tarde e descobre que prescreve um remédio para dormir. Este não adiantou. Descobriu também que o professor na Argélia morreu de forma misteriosa (Agora não me lembro se foi agora que ele pegou a orbe, ou se a levou antes) e que os pertences dele estava ali. Na nota que Daniel lê, ele comenta sobre uma nota que o professor deixou falando sobre o que houve. A morte misteriosa dos homens da expedição. Mais tarde também descobre que o médico que ele havia ido fora achado morto.

Daniel começa a temer por si mesmo e recebe uma carta. A carta vem de Alexander de Brenneburg. A carta, sob as palavras de Daniel, fora que mais lhe deu conforto, mas também a mais assustadora. Alexander diz que sabe o que Daniel está passando e que ele deve ir visitá-lo em Brenneburg (que fica na Prússia), que ele pode protege-lo. Daniel começa então a se prepara para ir para a Prússia.

Depois de encontrar todas essas notas, uma sequência de eventos no jogo te levam para a próxima área. Não me lembro de notas específicas de lá, mas jogando foi uma das mais assustadoras. A parte do castelo em que você estava estava alagada, e na água havia um monstro invisível, mas que podia ainda te matar. Você tinha apenas sua lamparina e a promessa de que ela em breve acabaria. Ao cair na água, o monstro começava a perseguição. Existiam muitos caixotes por lá, então dava para se salvar com agilidade o bastante. A água era o bastante para cobrir metade de uma caixa, então Daniel não nadava. Eu diria que foi onde menos exploramos no jogo todo. Era muita tensão aquela parte.

Passamos a próxima.

Era um hall. Duas escadas que se encontravam subindo do seu ponto de vista e duas portas. Mais dois caminhos na parte de baixo (três se contar o caminho do qual você veio) somando tudo eram quatro possíveis caminhos. Desses locais, eu joguei no mais assustador. A sala possuía uma escuridão fora do normal, e Daniel até faz essa observação em seu diário. Lá encontrei a sombra uma vez, tive de preparar um explosivo para desobstruir uma parte travada e encontrei manivelas para concertar o elevador. No quarto de hóspedes encontramos o monstro uma vez também. O certo era se esconder no armário que havia lá, mas acabamos saindo correndo da sala e entrando de novo.

Parágrafo para não ficar tão gigante.

O monstro havia sumido. Não foi daquela vez, mas tinha uma chave atrás de um quadro, que pegamos mais tarde. Na sala de estudos não era bem uma sala de estudos. Era um hall com várias salas. Havia um medo constante de encontra o monstro em cada esquina, e sentíamos que isso iria acontecer a qualquer segundo. Não aconteceu. Exploramos tudo que havia, mas não encontramos o que uma outra nota dizia. A nota dizia que uma peça para concertar o elevador estaria lá. Tivemos de recorrer à internet. Li apenas o começo e mostrei o que deveríamos fazer. Quebramos uma janela e andamos no parapeito dela. Na sala de estudo antes da janela tinha uma área obstruída, ao passar pelo para-peito da janela, contornamos. Lá estava a última peça que faltava do elevador. Podíamos avançar novamente.

Voltando para as notas.

Daniel chega a Brennenburg. O barão (sim, Alexander é um barão) mostra-se uma pessoa muito gentil e atenciosa. Diz que ele terá que passar por um treinamento para a sombra para de persegui-lo. Daniel, desesperado, aceita. O que ele não sabe, é que ele não pode fazer nada contra a sombra. O barão espera apenas tomar o poder da esfera para si.

Começam o treinamento com a esfera. A mesma sensação que Daniel sentiu dessa vez, sentiu com o barão. Mas o bem-estar deu lugar a um mal-estar e Alexander interrompe o ritual. Diz que Daniel deveria estar mais pronto.

Não me lembro como nem quando, mas Daniel passa a ter que torturar alguns prisioneiros do barão. O barão diz que é para afastar a sombra. Também que, ao torturar uma pessoa, pode-se colher a Vitae, algo muito importante para a fabricação de um tal tônico.

Ao ler mais notas descobre-se que o barão já vive a mais tempo que se espera para uma pessoa normal, faz parte de uma organização chamada Águia Nogra (mas nem diz o que essa organização fala), as pessoas olham para ele, sabendo que ele é o mesmo que ajudou os avós e pais dos membros a organizar a organização (lol). Daniel, aparentemente, quer resgatar se juntar a alguém que um dia fora muito importante para ele. Uma mulher. Mas nenhum grande explicação sobre ela, só que é por isso que Alexander tortura os prisioneiros para colher a Vitae e por isso que está usando de Daniel e o poder da esfera.

Quanto ao jogo.

Fomos à sala do elevador, e o concertamos. Era uma sala bem iluminada.

Algo que eu esqueci de mencionar. Ao concluir todas as "missões" da área disponível, tudo começa a se encher de uma "gosta" estranha e rosa, de um material com uma textura parecida com a da pele humana. A gosma começa a preencher tudo e você, que está na última área disponível, não tem escolha se não correr para a próxima área. A única vez que isso não acontece é na segunda área, que é a da água.

Era uma sala bem iluminada, então sem monstros. Entramos no elevador e descemos até a prisão. A prisão estava vazia. Aliás, a única figura humana que você vai encontra no jogo todo é o Alexander. O elevador continuava meio defeituoso e acaba dando pane, travando e despencando com você até lá em baixo, na prisão.

Mais puzzles e encontros com a Sombra. Lá, através das onipresentes notas, Daniel descobre mais sobre o barão e o que ele faz. Sobre a inteligência do Barão e de como ele administra o seu castelo.

Ah-, antes, ainda na parte que eu joguei na sala das máquinas (não é esse o nome... eu não lembro dele, então vai ficar assim mesmo) encontra-se uma nota de um funcionário do castelo. Ele tratava de pegar pessoas para o barão na cidade, para o barão realizar os seus experimentos. Nunca havia feito perguntas e, uma vez, ao ser convidado, e seus funcionários, para tomar vinho na despensa foi envenenado pelo barão e todos morreram presos na dispensa.

Daniel leva uma boa vida no castelo. Faz as suas sessões de tortura para colher a Vitae e assim mantém afastado a sombra. Não por muito tempo, na verdade.

Dado um certo momento Daniel descobre que quem ele anda torturando não são apenas criminosos, mas que muito são inocentes. Ele havia se tornado em um monstro quando começou a torturar pessoas inocentes. Quando pensava que elas eram criminosos acreditou que não tinha problema, mas quando viu que eram criminosos, não podia perdoar o barão. Disse que ia matá-lo.

Continuando pelo jogo chegamos perto do final.

Nesta área tem algo parecido com uma das sombras que te perseguem. Este, entretanto, está acorrentado e pedi debilmente por ajuda. Diz para você girar um tal manivela para. Ao girar o monstro começa a falar. Na verdade ele não é um monstro, é, nas próprias palavras, a obra prima de criação do Alexander. Ele é uma alma presa em um corpo. Seu nome é Agrippa. Durante o jogo você encontra uma ou duas notas escritas por ele. Agrippa diz que Daniel realmente deve impedir Alexander de executar seu plano, utilizar-se do poder da esfera para abrir um portal e ir para uma outra dimensão. Não me recordo o que tem de mais nesse tal lugar, só que parece ser para onde a amada de Daniel foi. Acho que é para onde os mortos vão. E de onde a alma de Agrippa saiu para ocupar aquele corpo horrendo.

Agrippa pede para você prepara um tônico que o seu aluno, que tinha um nome bem legal que eu não lembro, faria Agrippa ficar vivo sem a cabeça para você levar a cabeça dele até onde Alexander estava e mandá-la no portal no lugar de Alexander arruinando então o seu plano. Nesta parte Daniel (das notas) começa a se dar conta que não há nada que ele possa fazer para a sombra para de persegui-lo. Que Alexander apenas o estava usando para alcançar os seus objetivos. Aí então ele resolve tomar a poção da Amnésia e deixar uma nota a si mesmo para ir matar o barão. Tomou a poção da Amnésia para esquecer todas as coisas horríveis que fez com inocentes.

Perto da parte final. Temos o Agrippa de um lado, várias portas, um corredor e uma escada. A escada de onde você veio e também salas vazias, com fósforo no máximo, onde ficavam os prisioneiros. Continua-se explorando e acha-se a nota do aprendiz do Agrippa que, me lembro agora, se chama Werner (ou algo assim). Nela diz os ingredientes do tônico, que deveriam ser algo bem fodão de se conseguir, acham-se se explorando. Encontra-se a sombra mais uma vez na Nave do castelo e descobre-se que se deve montar a orbe para ir de encontro com o Alexander.

A parte que te deixa mais mentalmente instável no jogo são as salas de torturas com seus métodos. Ao entrar o jogo começa a apitar. Lá estão as partes da orbe. As salas, entretanto, também tem uma história a contar. Conta, brevemente, o que aconteceu com a pessoa e possui um poster, rudemente desenhado, do método de tortura aplicado. Pegando todos as partes da orbe e os ingredientes para a poção voltamos ao Agrippa. Arrancamos a sua cabeça e ela vai para o inventário o/. Finalmente vamos até o Alexander.

Antes um pequeno puzzle. O puzzle não me lembro direito, mas o que me lembro é de interagir com um "espelho d'água-like" e o Daniel ficar tão louco que a câmera chega se inclinar 80º. Passado disso, vamos ao Alexander.

Ele está nu e voando, com tremendos raios em volta dele. E o jogo tem três finais possíveis. Para os raios acontecerem, existem pilares que se interligam entre o centro, onde o portal se abrirá, e o Alexander, em uma das pontas. Se você derrubar os pilares tem um final. Se não fizer nada e esperar outro final, e se colocar a cabeça do Agrippa outro.

Eu diria que, respectivamente, os finais são: médio, ruim e bom. No final médio, há toda uma retrospectiva de Daniel para ele mesmo, e seus pensamentos flutuando. E ele não se arrependendo de nada, de que ele deveria apenas matar o Alexander. É o final mais elaborado. No ruim Alexander entra no portal e vai embora. A gosma rosa que ocupa as partes anterior invade onde você está e você morre.

No bom Agrippa entra dentro do portal e você vê a parte que Daniel descreve como quando ele encontra a orbe. Agrippa conversa com Weiner, se eu bem me lembro, e pergunta se ele pode salvar Daniel. Weiner confirma e o jogo acaba.


E finalmente escrevo sobre mais um jogo. Esse não joguei sozinho, mas com companhia. É um bom jogo e gostei bastante de acompanhá-lo. Jogávamos na casa de um amigo, porque só rodava lá. O jogo todo é bom, mas o final é meio besta. Tirando o final médio, esse é bem mais legal. Não faz muito tempo que o terminei, mas só hoje resolvi escrever.

Ainda estou pensando se eu deveria escrever sobre o último livro que eu li. Quando comecei este blog fazia um certo tempo que eu tinha parado de ler, mas voltei agora e terminei o livro "A Menina que roubava livros". Eu levo realmente muito tempo para escrever, então até eu tomar coragem eu talvez tenha esquecido. Quem sabe não me bate uma boa vontade e eu não escrevo sobre ele?

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

Gunbuster

Meu primeiro post que não é sobre jogos. Não que aqui eu só venha falar de jogos, eu também quero falar de outras coisas. Mas o filme que eu assisti do Gundam não sinto que deveria digitar ele aqui. Ao menos não antes de re-assistir a série. O problema é que eu nunca re-assisto, então um dia escreverei. Até lá tem tempo, mas vamos ao anime. A história não vai dar metade do que da um post de um jogo, afinal, o anime só tem 6 episódios.


Top o nerae! Gunbuster - título japonês. Me inglês é Aim the top! Gunbuster. O título traduzido seria Mire o topo! Gunbuster. Anime de 1989 de Gainxar, predecessor de Evangelion e Tengen Toppa Gurren Lagann.

A humanidade corre o risco de ser extinta por uma raça de alienígenas em forma de insetos gigantes. Para evitar que isto aconteça, a humanidade começa a construir mechas para combate-los. Estes alienígenas tem como objetivo a aniquilação da raça humana, que, segundo o anime, é onde a vida foi gerada.

A protagonista do anime é Takaya Noriko. Noriko é filha de um soldado que passava a maior parte do tempo no espaço, combatendo os Space Monsters. Ela apenas o via uma vez ao ano, que era quando ele visitava ela para o aniversário. Em uma dessas batalhas o pai de Noriko morre. A nave que o pai dela tripula, não me recordo o nome, viaja em velocidade pouco abaixo da luz, e ao viajar a esta velocidade, o tempo todo é alterado. Antes de morrer, o pai dela salva um jovem soldado.

Noriko não é muito boa em pilotar o modelo da escola, o RX-7, e sempre é repreendida. Ao entrar um novo treinador na escola, Koichiro Ohta, ou simplesmente Coach Ota, este começa a treinar seriamente Noriko. Descobre-se mais tarde que Ohta é o soldado que o pai da Noriko salvou, quando sua nave perdeu a capacidade de desacelerar da velocidade quase da luz. O objetivo de treinar nesta escola especial é poder pilotar o super-mecha chamado Gunbuster. Apenas duas alunas serão selecionadas para pilotá-lo. Quando finalmente chega a hora da escolha, Noriko e Kazumi Amano (a melhor piloto da escola, senão do mundo) são escolhidas.

Takaya Noriko, a protagonista. É interessante ver como ela evolui quando o Coach Ohta a motiva. Ela é realmente uma personagem muito carismática.

Noriko, por quase sempre ter um desempenho medíocre, é dita que foi apenas escolhida por ser filha do capitão morto em batalha. A própria Amano conversa com Coach dizendo que ela não deveria ser escolhida por não ser muito boa. Coach se atém as suas decisões e não a tira. Mais tarde naquele mesmo dia, uma outra aluno, que era a favorita para ser escolhida junto com Amano, desafia Noriko para uma luta em seus mechas. Esta aluna se chama Kashihara (esqueci o nome ^^) Noriko quase perde a luta mas acaba virando, mostrando então qual foi o resultado do treinamento intensivo do Coach.

Esta é a parte ainda na terra do anime. O anime tem suas próprias leis da física e o sistema solar possui mais de 9 planetas. No universo de Gunbuster, por exemplo, é possível viajar mais rápido que a velocidade da luz através do Tannhäuser Gate que gera Starbows. Também o efeito Rip van Winkle, que é como os tempos são diferentes relativamente. Sem contar coisas mais legais que direi mais para frente.

Uma vez no espaço, Noriko e Amano ainda tem de treinar. A nave na qual ficarão ainda está em construção, então elas terão de esperar um certo tempo. Amano é desafiada para um luta contra a gênio de pilotagem, chamada de Jung Freud (lol) da União Soviética (já mencionei que o anime é 1989?). Elas se lutam e acabam se perdendo pela nave. Noriko vai procurá-las até a hora que as encontra. Encontra-as em uma sala que deveria estar trancada, nesta sala possui um espécime criogenado do Space Monster, tipo do monstro que que matou o pai da protagonista. Noriko leva um choque por finalmente ver contra quem terá de lutar. Logo após isso responsáveis aparecem. Jung consegue fugir e não leva bronca como Amano e Noriko. Elas apenas levaram uma bronca, pois eram as mais promissoras pilotos do Gunbuster. Qualquer outra pessoa teria sido mandada de volta a terra. Mais tarde Jung se desculpa, e assim forma-se uma amizade entre as 3.

Kazumi Amano. Melhor piloto e principal canditata a primeira cadeira do Gunbuster. Esta foi tomada pela iniciativa de Noriko.

Agora começa a parte que eu não gosto muito, porque acho triste, em Gunbuster. Quando você viaja em velocidades extremas, no anime, o tempo terrestre passa muitas vezes mais rápido.

A nave finalmente fica pronta e assim eles começam a viajar para o espaço. Quando a nave entra em viagem subespacial (não sei se esse é o nome certo), todos não devem sair de seus dormitórios. Noriko é desafiada pelas suas amigas para prender uma fita em uma escada. Assutada, Noriko vai. Ao chegar perto acaba encontrando com outro tripulante da nave, seu nome é Toren Smith (ela pronunciando Smith é realmente hilário). Smith se oferece para ajudá-la. E assim começa uma amizade entre os dois.

Quando é para executar missões, existem pilotos que vão sozinhos e outros em duplas. Noriko faz dupla com Amano. Amano, porém, pede ao coach para deixá-la ir sozinha. Noriko está evoluindo muito devagar no treinamento espacial e só atrapalhará ela. Coach deixa e então Noriko fica sem parceiro. Mais tarde, conversando com Smith, ele que é piloto solo, é chamada para fazer dupla com ele.

O Coach Ohta. Foi salvo pelo pai da Noriko de morrer na nave Excelion, mas acabou contraindo a doença da radiação espacial. Vê um potencial oculto em Noriko. Pouco antes de morrer casa-se com Amano.

O lugar para qual eles estavam indo era um tal "Leaf point", uma estrela jovem onde eles deveriam se preparar para lutar contra os Space Monsters. Ao chegar lá, a estrela, que deveria ter a idade do nosso sol (o sol no anime tem a mesma idade que o nosso) já está quase morrendo. Ao continuar analizando descobrem Space Monster por lá também. É dado o alerta de batalha e assim todos saem em seus mechas para lutar. Noriko saí com Smith. Noriko, por estar muito assustada, não consegue lutar. Smith tenta acalmá-la e dar instruções do que ela fazer. Noriko, depois de ver o Space Monster na nave, não conseguia se concentrar em nada. No meio de toda essa confusão Smith para abruptamente de contactar Noriko. Depois de um certo tempo, é dado o alerta para baterem em retirada.

Noriko finalmente consegue fazer um movimento com o seu mecha e volta para nave. Procura desesperadamente por Smith, mas este não retornou a nave. Smith está morto. O que continuamente arrasa com Noriko, que mal consegue pilotar o seu RX-7 no espaço.

Jung Freud com Kazumi Amano. Jung era também uma piloto concorrente ao Gunbuster. Ao duelar contra Amano no primeiro treinamento espacial, vira amiga de Amano e Noriko. Jung e Noriko fazem aniversário na mesma data. Nota-se também que em 1989 já havia fanservice nos animes. Neste caso bem mais leve que os atuais.

Esqueci de mencionar mas, a nave na qual Noriko veio é gigantesca. Esta é acompanhada por uma série de naves menores. Ao dar o alerta de retirada, todos começam a fazer uma viagem subespacial para a terra. É um risco, pois os alienígenas também podem fazê-la (estes não sabem onde fica a terra, pois se soubessem já a teriam destruído a muito tempo), mas é a única chance de eles conseguirem escapar. A nave então começa sua viagem de volta ao sistema solar. A viagem dura certo tempo. Neste tempo Amano fala em particular com o Coach que Amano não deveria pilotar mais o mecha. Diz que a próxima vez que ela sair, ela morrerá. Coach concorda.

Noriko estava ouvindo e novamente fica abalada por que até mesmo o Coach concordou. Ao finalmente saírem do modo de viagem subespacial no sistema solar, eles estão em uma névoa. Nessa névoa não conseguem distinguir as naves aliadas. Quando a névoa se dispersa, a nave se da conta que todos os aliados foram exterminados. A silhuetas que eles viam através da névoa eram de Space Monster. Isto é perigoso, pois se eles forem derrotados agora, a terra toda será destruída porque os Space Monsters saberão onde ela fica.

O todo poderoso Gunbuster com seus 250 metros. A maior máquina de luta contra os Space Monster que a humanidade já fez.

É novamente dado o alerta de batalha e todas os mechas saem novamente. Noriko é instruída a permanecer na nave. A batalha é dura, e as chances de vitória diminuem a cada instante. Em dado momento de crise, quando já não se espera mais vencer, Noriko vai escondida até o local onde fica a unidade para qual todos estão treinando, o Gunbuster. Essa, com certeza, é a parte mais emocionante do anime. Noriko, sem autorização, começa a abrir a escotilha para poder lançar-se. O comando da nave diz para ela desistir, que não há nada que eles possam fazer agora, mas são interrompidos por Coach Ohta que sempre nas horas certas possuí palavras de apoio e motivação para Noriko.

Noriko finalmente saí com o Gunbuster e começa a virar toda a batalha. Salva Amano que estava quase sendo destruída por um Space Monster e ganha a batalha praticamente sozinha, podendo finalmente deixar de ser um peso e tornar-se a piloto definitiva do Gunbuster. Após esta batalha, a nave, que já esta no sistema solar, volta para terra.

Se passaram apenas 6 meses para os tripulantes da nave, mas na terra 15 anos se passaram. Noriko foi para o espaço com seus 17 anos. Quando ainda na escola ela possuía uma amiga, que não foi escolhida para ir ao espaço. Esta agora é mãe e é 15 anos mais velha. Amano, que sempre foi apaixonada pelo Coach, tenta se aproximar dele. Na terra, também, esta sendo construída uma espaçonave de 70km para evacuar parte da terra, esta chama-se Elterion.

Buster Machine III, com o planeta Júpiter 2 em seu centro sobre alta pressão e condensado para ficar do tamanho da lua terrestre. Arma final contra os Space Monster. Em certa parte do anime um personagem mais que secundário comenta se seria certo exterminar uma galáxia para o bem da humanidade. Amano responde que não sabe se é certo, mas a humanidade tem de se proteger.

Na terra, há outra má notícia. Os Space Monsters estão para invadir a terra. A terra possui apenas alguns meses para organizar uma defensiva. Para os Space Monsters serão alguns minutos, mas na terra, com o tempo diferente, será mais tempo. Em uma reunião, Coach sugere mandar a nave Elterion não tripulada para o meio das forças inimigas, com o Gunbuster como escolta, e explodi-la, criando um buraco negro e sugando todas as forças inimigas. O plano, embora arriscado, é a única coisa que eles podem fazer.

Noriko e Amano são mandadas para a missão. Algumas horas se passarão para elas, mas na terra mais de 6 meses se passarão. Pouco antes, Noriko escuta Amano falando com o Coach. Amano está brigando com o Coach por este não se importar muito com sua saúde. O Coach Ohta está doente e tosse sangue. Noriko e Amano se encontram para se preparar para a missão. Ao se encontrarem, Amano diz para Noriko que o Coach Ohta é o homem que o pai dela resgatou. O Coach também sofre da doença da radiação espacial, e morrerá em breve. Quando a missão começa, o tempo novamente será acelerado para quem viaja em velocidade quase da luz. Amano acredita que o Coach não conseguirá viver mais 6 meses. Ao começarem a viagem o tempo começa a passar rápido e quando chega na barreira dos 6 meses Amano começa a freiar. Diz que o Coach já estará morto quando ela voltar, e ela nunca poderá dizer a ele que o ama. Noriko convence Amano dizendo que se elas não completarem a missão, mais do que só o Coach morrerá, toda a terra irá junto. Amano então prossegue e começa mais uma batalha incrível contra os Space Monsters na tentativa de defender a nave Elterion. Conseguem defender a nave e ativam, criando o buraco negro que suga toda a força inimiga e salva a terra.

Ao voltar para a terra, Amano descobre que o Coach não morreu. Amano casa-se com Coach. Noriko volta para o espaço, em outra nave classe Elterion. Dessa vez Jung é sua parceira.

Agora o final do anime. 15 anos terrestres depois.

Em sentido horário começando pela: Jung, Amano, Kashihara, Kimiko, Noriko,Ohta, Takaya Yuzo (pai da Noriko), Gunbuster, Capitão Tashiro, Smith e, finalmente, Noriko


Para Noriko e Jung, apenas 6 meses se passaram, mas para quem estava na terra, são 15 anos. A missão final para exterminar os Space Monsters irá começar. Usando o décimo terceiro planeta (se eu não me engano) do nosso (deles) sistema solar eles criam uma nova bomba de buraco negro. Dessa vez está será capaz de sugar a galáxia inteira dos Space Monsters e assim acabar com a ameaça à terra. Noriko pilotará o Gunbuster, mas precisa de uma parceira. Amano vem diretamente da terra para esta missão. Foi voluntária. Esta está muito mais velha. Amano demonstra o quanto mudou nos 15 anos terrestres, o que causa muita estranheza em Noriko, que envelheceu apenas 6 meses por causa da diferença de tempo. Coach está morto.

A máquina de buraco negro é chamada de Buster Machine III. Todos os participantes para a missão se preparam para ir até o centro do universo para exterminar os Space Monsters. Chegam ao local e preparem a sua frente de batalha. Eles possuem certo espaço para se prepararem, até a hora que os Space Monsters os surpreendem entrando em um Starbow (explicarei abaixo) e saindo muito mais perto do que eles esperavam. Os humanos acreditavam que não havia como entrar em um Starbow para cruzar uma distância tão pequena.

Todos lutam para proteger o Buster Machine III (que é do tamanho da lua) e a batalha parece promissora. Ao finalmente chegarem no local onde poderiam explodir para causar o buraco negro, Buster Machine III foi 2% danificado e não poderá funcionar. O que seria a perdição para a terra. Noriko e Amano dizem que utilizaram o Gunbuster para providenciar a energia que está falando. Diz para todos fugirem.

Jung, em um outro mecha, segue o Gunbuster com as duas. Diz que ficará com elas até o final. Noriko diz que isto não é possível, apenas o Gunbuster consegue suportar a alta pressão que é dentro do Buster Machine III. Jung diz que se elas não ficarem juntas, milhares de anos terão se passado quando elas conseguirem chegar a terra. Noriko diz que isto não é problema, uma vez que elas conseguirem salvar a terra toda. Jung saí do Buster Machine III e deixa as duas para providenciarem a energia que falta.

Noriko e Jung sucedem em sua missão, e exterminam com os Space Monster de uma vez por todas. O problema é que chegarão na terra depois de 12 mil anos, e todos que elas conhecerem provavelmente não existiram mais. Ao finalmente se aproximarem da terra, não veem nenhuma luz. Pensam então que a terra deve ter deixado de ter vida nela, a humanidade deve ter se destruído. Mas ao aproximarem mais, as luzes do planeta se acendem formando um Bem Vindo de volta (オカエリ está escrito). Elas pousam na terra e assim o anime acaba.

Bem, este anime é realmente muito bom. Eu assisti porque gosto de animes de mecha, e este é o predecessor do épico Tengen Toppa Gurren Lagann. Me surpreendeu em muitos pontos este anime. O tamanho dos mechas é pequeno se comparado ao Gurren Lagann, mas para o padrão de outros animes são gigantes.

Um RX-7 possui 10 metros, o Gunbuster 250 metros, a torre Eiffel 333 metros, as naves Elterion possuem 70.000 metros e a Buster Machine III tem 384.000.000 metros (o tamanho da lua).

Agora algumas explicações.

Buster Machine III: Esta é uma máquina criada pela terra. Utiliza-se do planeta Júpiter 2 com mais alguns geradores escravos para funcionar. Este não conseguiu funcionar sozinho pois alguns de seus geradores escravos foram danificados.

Starbow: São anomalias coloridas que estão em volta de um Tannhäuser Gate.

Tanhäuser Gate: Falarei tudo com base no anime. É possível dobrar o tempo. Estas dobras temporais fazem o tripulante viajar mais rápido que a luz, mas não exatamente. Imagine uma folha de sulfite A4. Faça dois pontos paralelos nela. Dobre a folha até os pontos se encontrarem. Isto seria um Tanhäuser gate, uma dobra no espaço e tempo fazendo com que viaje mais rápido que a luz. Ao menos foi o que eu entendi ^^.

E eu dizendo que ia acabar não escrevendo tanto, hahahah. Enfim, contei toda a história mas... assista o anime. É minúsculo, possui apenas 100 minutos ^^ Testei dessa vez não apresentar todos os personagens de uma vez no post, e sim colocando imagens para ilustrar, me digam o que acharam por favor ^^

domingo, janeiro 30, 2011

Atelier Iris: Grand Phantasm


Finalmente chego ao fim da série Iris do Atelier. Me diverti muito, apenas queria ter começado a jogar mais cedo para não ter que parar de jogar tanto por causa das aulas e outras ocupações de começo de ano. Devo admitir que esse foi a história que mais me cativou. Meu amigo havia dito que este Atelier Iris era o mais curto de todos, mais foi o que mais me tomou horas. Com 36 horas de jogo eu finalizei o jogo. O jogo possui dois finais, mais deixe-me começar.


Atelier Iris: Grand Phantasm

Diferente de seus predecessores, não é mais possível sintetizar itens com a utilização apenas de manas. Para sintetizar você precisa dos ingredientes. Isto é realmente muito trabalhoso. Para fazer itens simples você acaba tendo de fazer muitas lutas, então fica mais fácil comprar. O problema é que não da para comprar praticamente nenhum item, os vendedores só te dão uma pequena mãozinha, os itens deles, embora ainda úteis, não são recipes completos.

Primeiramente: para sintetizar você tem que saber os ingredientes. Depois de saber os ingredientes é simplesmente ir até o caldeirão e começar sua sintetização. Algumas receitas, se alteradas alguns ingredientes, surgem resultados totalmente novos. O jogo chama isso de itens derivados.

Seu personagens são:

Edge Vanhite: Raider e parceiro de Iris. Completam uma série de quests para poder ir visitar outros Alterworlds.


Iris Fortner: Raider e parceira de Edge. Útilma alquimista da sua linhagem. Mora com Edge em seu workshop.


Nell Ellis: Vai para Zey Meruze para virar uma Raider, com sua irmã, e assim re-estabelecer o nome de sua família.


O sistema de batalhas perdeu a pressa. Agora está no ponto ideal, nem muito rápido nem muito devagar. Animações de batalhas são as melhores, uma vez que não há pressa. Queda de FPS não ocorreu em nenhuma batalha do jogo, apenas em alguns lugares pelo jogo. Nada que chegasse a irritar.

Os manas ainda estão presentes. Porém agora são em forma de blades. Blades nada mais são do que classes para os seus personagens, o jogo apenas as chamas de blades. Os manas são muito vulneráveis fora de seu próprio mundo, e ao ficar no mundo humano são facilmente absorvidos por montros, que tem seu poder multiplicado. Ao derrotar um monstro que absorveu um mana, você o liberá. O mana faz um pacto com você e assim você consegue a sua blade e a Iris, que não possui blades, ganha a capacidade de convocar o tal mana para ajudar na batalha. A maior parte deles apenas dá dano normal, alguns outros dão algum debuff para o inimigo e um outro um buff aliado.

O jogo começa com Edge e Iris fazendo quests. O jogo todo você faz quests até aumentar de rank, ao aumentar de rank começa uma missão e todas as suas quests não poderão ser completadas até a missão terminar, nada demais. As missões não são grandes. A primeira missão é investigar um pilar de luz que apareceu em Valtessa Forest, um Alteworld. O jogo, no lugar de possuir apenas um mundo, possui vários Alterworlds. Alterwords nada mais são do que outros mundos, onde humanos podem ficar por um tempo limitado, antes de serem expulsos dos Alterwords devolta para Zey Meruze (a cidade onde você mora).

Você vai investigar e chega até o pilar de luz. Ao chegar nele, Iris vai investigá-lo mais de perto e o livro que Iris carrega absorve a gema que estava no pilar de luz. Iris se vê em um local todo branco, e uma voz faz umas perguntas para ela (não me lembro das perguntas). Você volta para Zey Meruze e vai até o pesquisador, chamado Ewan. Ele diz que o livro que Iris carrega é o livro lendário chamado Escalario. O Escalario, ao ter todas as suas peças juntas pode realizar qualquer desejo ao seu portador. São 8 gemas, você possui apenas a primeira. Por poder realizar qualquer desejo, Edge e Iris se animam com a ideia de procurar todas as peças dele.

Assim termina a primeira missão. Você só precisa continuar fazendo quests para aumentar seu rank e uma nova missão começar.

Ewan, em uma das quests que você faz para ele, pede para você criar um cajado de alquimista para ele. Ao criar o cajado, ele pedirá para testar. Vocês o levam até o Workshop da Iris, e lá ele cria um portal. O portal servia para facilitar a comunicação entre você e o mundo dos manas. Mas você não possui nenhum mana até então, o que faz o portal ser inútil. Iris reclama por ter este portal (que está no chão) dentro de seu Workshop e Edge tenta consolá-la. Ewan apenas se desculpa.

A segunda missão é basicamente a mesma coisa. Você pega a gema e enfrenta um chefe. O rumor é que viram um pilar de luz no Grimoire Castle. Você vai até lá descobrir luta contra um espadachin chamado Alvero (em japonês escuta-se algo como Bajizero), Alvero inventa de ter de pagar uma taxa para poder passar, Edge e Iris não aceitam, começa uma luta e vocês ganham, deixando Alvero para trás. Alvero fica com raiva, mas não há nada que ele possa fazê-lo. Edge e Iris avançam. Continunado conhecme Pamela, a fantasma do castelo. De assustador ela não possui nada e diz que o aventureiro que viu o pilar primeiramente, se distraiu vendo ela e acabou apanhando de um monstro que por lá estava. Indo até o pilar de luz, você encontra a gema. Iris vai para no mesmo lugar com fundo branco de antes, e a mesma voz faz as mesmas perguntas. Depois disso aparece um monstro e você tem de lutar.

Após a batalha o mana de dentro do monstro é liberado. Por estar agradecido por ser libertado, o mana decide fazer um pacto com Iris, já que ela é uma alquimista, assim você pega sua primeira Blade. A blade é da mana das trevas e Edge vira uma espécie de Ninja. Nesta hora Iris e Edge se dão conta que não é inútil o portal que Ewan conjurou. Por lá Edge poderá invocar os poderes do Mana e trocar de Blade. Iris pode invocar o mana na batalha para auxílio também.

Mais quests até finalmente começar a terceira missão. Hagel, o ferreiro, chama algum Raider para ajudá-lo a encontrar seu martelo. Ao chegar na hora para conversar com Hagel sobre os detalhes da missão, duas outras Raiders aparecem. Essas são Nell e sua irmã mais velha, Yula. Tanto Edge e Iris quanto Nell e Yula querem aceitar a quest. Por não saber o que fazer, Hagel diz que os que tiveram o maior rank de Raider poderão aceitar a quest. O problema é todos tem o mesmo rank. Hagel então decide que quem aumentar de rank primeiro poderá aceitar a quest.

Esse cara não está com pressa para achar o seu martelo. Ele até diz que não pode trabalhar sem, mas mesmo assim ainda ficará esperando alguem subir de rank para dar a quest.

Em uma certa quest, não lembro qual, Yula e sua irmã também a aceitaram. O problema é que você já esta fazendo-a. Vocês então lutam para saber quem poderá aceitar a quest. Edge e Iris vencem. Yula começa a culpar sua irmã pela sua derrota, mas ambas vão embora juntas.

Ao finalmente subir de rank, você volta a falar com Hagel. Você chegou apenas alguns segundos antes de Nell e Yula. Elas vão embora e você finalmente aceita a quest. Acha o machado de Hagel, que não estava perdido. Hagel havia saído para beber e emprestou o seu martelo para Funan, um pescador. Funan estava usando e pretendia devolver já. Hagel não lembrava disso por causa da bebedeira.

O jogo continua. Em dado momento Yula briga com Nell. Yula diz que Nell está apenas a atrasando e decide deixá-la para trás. Nell fica realmente triste. Iris vai consolá-la. Nell vê como Iris e Edge são legais e entra para o grupo também. Iris conta sobre o Escalario e Nell vê que assim talvez poderá reconstruir o nome de sua família e sua irmã irá perdoá-la.

Nell como primeira classe é realmente patética. Os danos não prestam para muita coisa e, algo que me deixou muito puto, sua última skill é, nada mais nada menos, que o Ein Zecksclaw do Atelier Iris 2. Fala sério! No 2 o Ein Zecksclaw era algo totalmente exclusivo e só duas pessoas conseguiam usá-lo, no 3 é uma skill muito fraca, para piorar as coisas. Felizmente, ao conseguir as blades da Siren, que como mana invocado pela Iris na batalha é realmente patética, ela finalmente fica realmente útil, com a melhor skill de cura do jogo e Kobold Hero de quebra. Kobold hero é realmente a skill mais legal do jogo. Pega todos os inimigos e é skill de tempo, isto é, depois de sua ativação ainda virá mais três vezes para bater no inimigo.

Continuando em completar quests, que liberam side-storys muito legais, e assim missões até algo que eu me lembro acontecer denovo. Em certa missão você conhece Crowley. Crowley é um raider também, mas por ter um ranking muito baixo não pode completar muitas quests. Crowley pede para você investigar um certo local de Altena Forest. Chegando lá, descobre-se ser uma armadilha e há um monstro esperando. Iris, Edge e Nell derrotam o monstro e vão até Crowley dar explicações. Crowley diz algo que eu não me recordo ^^ E, não lembro se é agora mas ele faz, conjura uma magia na Iris. Esta magia, diz ele, faz com que ela morra caso não continue a procurar as gemas do Escalario. O que não é verdade, mais tarde descobrirá o que realmente faz a magia que ele conjurou. Apenas lembro onde ele conjurou, em Posporia BattleGrounds. Lá vocês também lutam contra ele, mas ele ainda é forte demais. Vocês perdem e ele conjura a tal magia na Iris.

Durante essas missões, seu único objetivo é simplesmente juntar as gemas para o Escalario. Algo que eu esqueci de mencionar é que: durante a transição do primeiro capítulo, Iris narra que algo que eles nem imaginam está para acontecer. O que está para acontecer é que: uma vez que as gemas voltam a aparecer, significa que Ouroborus, o mediador das dimensões, está para acordar. Se ele acordar ele destruirá o mundo todo. Os protagonistas não sabem disso. Ainda.

Em mais uma das vezes que você pega uma gema, Ash, o mais famoso e poderoso Raider da guilda (ahh, todos os Raiders pertencem a mesma guild que fica em Zey Meruze), encontra vocês. Ele pergunta se vocês sabem o que estão fazendo e para que serve o Escalario. Iris responde o que Ewan contou sobre o Escalario, que é um livro com o poder de realizar qualquer desejo. Ash fica surpreso por não você não saber para que serve e diz que terá de levar o livro embora para fazer o que o livro foi feito. Ewan aparece nesse momento e diz que não adianta. Ash não pode pegar o livro, apenas os descendentes da Iris podem tocá-lo. Ash então desiste e parte.

Crowley volta a aparecer. Desta vez ele está oferenco a Alvero poder. Poder para Alvero poder derrotar Edge. Derrotar Edge virou a obsessão de Alvero. Alvero aceita. Não me lembro quando e nem onde isso acontece.

Chegando nos episódios finais do jogo já. Nada de realmente interessante acontece em relação a história. A história do jogo mesmo é bem fraquinha. O que chama atenção mesmo são as quests da guilda. Lá você acompanha a história de vários personagens. Personagens como a órfã Papal e seu gato de estimação. O gato tem filhos mais tarde e então a Papal tem de deixá-lo viver. Ela vivia sozinha, apenas com o gato. Também a história de Gramps, um velhote que costuma contar muitas histórias para crianças. A primeira vista ele apenas parece ser um velho mentiroso, já que pede para você juntar itens para ele, ele junta esses itens e entrega para as crianças, dizendo ser de um monstro que ele derrotou. Mais tarde você descobre que ele era o mais poderoso Raider de tempos anteriores, contarei mais no final desse post.

Em certo momento você lutará contra Alvero novamente. A batalha é muito fácil e você vence. Nesse momento Alvero diz que terá de usar algo novo. Ele não muda de aparência nem nada, mas a batalha recomeça e ele fica muito mais forte. Iris, Edge e Nell o derrotam, e dessa vez ele morre. Edge pergunta o por que de ele estar fazendo isso e como ele conseguiu tal poder. Alvero revela que conseguiu de Crowley. Edge continua perguntando. Alvero diz que Crowley, até pouco tempo atrás, era simplesmente um mal raider que mal completava quests. De um momento para o outro ele adquiriu muito poder.

Vocês reportam para a Guild Master, que é irmã da dona de uma das lojas da cidade, e ela diz que irá investigar mais. Ah, claro, antes de poder falar com a Guild Master, ela manda vocês completarem 3 quests. Manda isso sem você nem ao menos saber que ela é a Guild Master. Vocês completam as quests e ela revela ser a Guild Master. Seu nome é Noella.

Na penúltima missão do jogo, Noella convoca vocês. Diz para vocês investigarem a casa de Crowley, já que ele também morava na cidade. Vocês encontram a casa dele e lá existe um laboratório. O diário do Crowley está aberto e ele diz sétima (são oito) gema apareceu no Crytal Valley of Darkascus. Vocês decidem ir até lá. Encontram Crowley lá e lutam. Dessa vez vocês o derrotam e ele morre. A voz dele ainda é escutada, e ele cita Ouroborus. O cristal que acaba de sumir é onde Ouroborus estava selado.

Sem mais do que perguntar a Crowley sobre a maldição, vocês continuam completando quests. O objetivo de conseguir o Escalario é curar a maldição da Iris. Ao completar quests o bastante, você chega na última gema do Escalario.

A última gema está em Posporia, na árvore gigante onde você já teve de completar uma quest antes. Você chega lá e Ash está te esperando. Ele pergunta se você agora sabe para que serve o Escalario, e você dão a mesma resposta de antes. Ash então decide que desas vez levará tanto o Escalario quanto a Iris. Edge se opõe e começa mais uma luta. Você vence ele sem muita dificuldade, então Ash leva a sério a luta e mostra o verdadeiro poder de suas espadas (sim, ele usa duas), elas são as Azoths. Como esse não é Atelier Iris 2, isso não significa muita coisa. Vocês vencem novamente. Edge então exige que Ash conte tudo o que ele sabe.

Ash então revela que o Escalario só foi feito para realizar um desejo. O de selar Ouroborus. Se os pilares de luz começam a aparecer, significa que Ouroborus está para acordar. Então o seguinte na linhagem precisa juntar as gemas para selá-lo novamente. Sendo assim, vocês não possuem qualquer outro motivo para parar de juntar as gemas.

Finalmente, capítulo final. Depois dessa revelação de Ash, Noella chama o grupo novamente para conversar. Ela diz que o caminho para Ouroborus já está aberto, e eles devem falar com ela assim que eles estiverem prontos. Iris pede para conversar com Edge em particular. O diálogo deles não é revelado ainda.

Neste momento o mundo está totalmente normal. É aquele momento que o jogo diz para você completar todas as quests que você quiser, porque depois que o fim do jogo começar você não pode voltar.

Diferentemente dos outros dois Atelier, este possui dois finais. Um triste e um feliz. Eu a princípio fiz o triste. Ao ir para a casa do meu amigo pedir o primeiro Mana Khemia para jogar, ele me diz que tem mais um final. Eu preciso continuar fazendo quest até liberar uma quest onde terei de investigar novamente a casa do Crowley.

Mas contarei primeiramente o final triste.

Você vai até o caminho de Ouroborus. É uma dimensão paralela, com os locais que você já conhecem, mas em uma ordem totalmente diferente. No meio do caminho, cada um que você ajudou anteriormente te ajuda a passar pelo caminho mais rapidamente. Você chega até o Ouroborus. Ele diz que os humanos devem pagar pelo que fizeram. Assim a luta começa. Você o derrota. Então seguindo a história, Ouroborus usa uma magia mais poderosa em vocês e todos caem no chão. Levantam novamente e Edge diz que não pode perder porque fez uma promessa. Tenta dar mais um golpe e é repelido para trás. Iris grita pelo nome de Edge e começa a usar o poder do Escalario. Iris se encontra no mesmo local branco onde costuma se encontrar quando absorve um pilar de luz, lá conversa com a luz e faz um desejo para o Escalario agora completo.

Iris deseja que o mundo fique em paz.

Duas semanas mais tarde, Edge está na frente de um túmulo. Há um flashback e ele lembra de Iris dizendo que, o que Crowley realmente fez foi ligar a existência dela com a do Ouroborus. Se Ouroborus morresse ela também morreria. Isto era para evitar que ela tentasse derrotar Ouroborus. Ela morreria de um jeito ou de outro. Tanto com Ouroborus derrotado quant com ele selado novamente.

Nell diz para Edge que voltará a viver com sua irmã mais velha. O jogo acaba mostrando um pilar de luz negra, depois escuta-se o barulho dele quebrando.

Agora o final feliz.

Se você continuar completando algumas quests (comigo só tive de jogar mais uma hora até a tal quest aparecer) aparecerá mais uma. Você terá de falar com a secretária da guilda. Ela diz que a cliente da quest é a Iris, então a quest começa. Iris quer investigar novamente a casa do Crowley. Então vocês vão até lá. Lá leem o diário dele novamente, dessa vez da data de sua primeira quest antes de ele mudar.

Ele era um raider sem muito talento, e seu diário parecia de uma pessoa normal. Ele diz que não é muito bom em lutar, mas que explorar os Alterworlds é realmente o que ele gosta, diz que espera um dia poder explorar mais Alterworlds, não apenas Altena Forest. Seguindo esta pista vocês vão até Altena Forest atrás do mesmo local de Crowley. Chegando em Altena Forest, indo até o local você é teleportado e encontra um pilar de luz negra. Pegam novamente a gema, que dessa vez está quebrada.

Vocês vão até o Ewan, porque se alguem saberá como concertar, será ele. Ele diz que não pode fazer nada mas, se ela fizer um item que ela já sabe fazer, é possível que ela consiga. Iris então se dá conta que ele está falando do (tcharam!) Ruby Prism. Sim! Ele novamente. Não seria Atelier Iris se eu não precisasse fazer esse item. Ta ok que ele é realmente mais simples dessa vez, mas ainda é o Ruby Prism!

Você faz o Ruby Prism e com ele sintetiza a gema negra novamente. De lá sai um "holograma" de Crowley. Ele diz que é necessário muita coragem para concertar este objeto. Iris então pergunta quem é ele. Ele diz que Crowley nada mais era do que um corpo que ele havia tomado. Crowley já havia morrido desde o dia em que encontrou a gema negra. O holograma conta a história do tempo em que a Alquimia mais prosperava. Diz que os 9 grandes alquimistas procuravam poder. Ele então, para atiçar, perguntou se eles queriam o poder dos deuses. Os alquimistas, com exceção de um, buscaram esse poder. Ouroborus então destruiu metade do mundo. O único alquimista que não buscava o poder de um deus era justamente o ancestral de Iris. Ele então pegou o Escalario e selou Ouroborus. Ouroborus queria destruir aquele mundo e criar um novo, dessa vez perfeito. Conhecendo então toda a história, o "holograma" some.

Agora a maldição de Iris para com o Ouroborus foi desfeita, não que os personagens saibam disso ainda. Você faz o mesmo caminho que eu descrevi para o final triste, as únicas diferenças são as falas finais.

Iris diz que os humanos possuem defeitos, que isto não é motivo para ele querer destruir o mundo. Diz que ela assume o erro de todos aqueles alquimistas. Ouroborus pergunta se ela perdoa o "Crowley" que tentou matá-la, Iris responde que sim. Ouroborus então não consegue entender. Ele, por ser um deus, não consegue entender nem aceitar a imperfeição. Então vocês começam a lutar. Você vence e ele faz a mesma coisa que fez no outro final, Edge vai para cima e é repelido.

Agora as falas diferem novamente.

Iris denovo convoca o poder do Escalario e vai parar no local branco. O Escalario pergunta porque ela é uma alquimista. Ela responde que é para ver o sorriso de todos.

Um ano depois. Edge está na frente do mesmo túmulo que estava no outro final, agora ele não está tão triste quanto a ultima vez. Nell aparece e diz que uma pilar de luz foi visto novamente. Um pilar de luz branca foi visto no mesmo local onde estava aquele de luz negra. Todos dão apoio para o Edge ir ver o pilar branco. Chegando lá nada acontece. Edge diz que não podia ser tão fácil assim, justo agora que ele finalmente achou que poderia dizer o que ele não conseguiu da última vez. Edge então escuta uma voz chamando o nome dele. Começa a chamar pela Iris e então ela re-aparece.

Eles caminham até a saída da floresta e Iris pergunta o que o Edge queria falar que não havia conseguido da última vez. Edge diz que-

O jogo acaba. Mas é claro que ele ia dizer que a amava ^^

Algumas outras quests que eu me lembro.

Meyna tem seu irmão morto durante uma quest. Pede para Iris fazer um item para fazê-la esquecer sua memória. Meyna não tem coragem de tomá-lo, mas chama-os para acompanhá-la até onde o seu irmão morreu, fingindo que havia esquecido. Decide desistir de fingir e Edge diz que ele morreu protegendo algo importante para ela, que não é certo ela esquecer do irmão. Meyna então se decide que não irá mais esquecer nada e voltará a ser uma Raider.

Um outro que eu esqueci o nome ficava terceirizando as quests que ele recebia. Os personagens então o motivam para ele perder o medo e voltar a fazer quests. Depois de muitas outra quests terceirizadas, ele volta a ser raider.

A anja que apenas o Edge pode ver. Não possui memórias. Iris então sintetiza um itens para recuperar a memória. A anja recupera a memória e todos podem voltar a vê-la. Ela pede um tempo para se acalmar. Uma nova quest é recebida que existe o rumor de exister um anjo em Altena. Vocês vão até lá e descobrem ser a tal Anja. Ela foi enviada para levar felicidade, mas quando terminar sua missão terá de ir embora. Então não quer completar sua missão pois todas as pessoas que ela conhece por lá são realmente muito especiais. Edge diz que ela não deve se preocupar com isso, que ainda falta muito tempo e o importante serão as memórias delas.


São essas partes que fizeram o Atelier Iris 3 o jogo mais legal. O 2 ainda possui os melhores protagonistas mas o 3 e suas quests realmente arrazaram. É isto aí. Ainda nem comecei o próximo jogo. Estive fazendo os dois finais nessa madrugada e irei dormir daqui a pouco. Ainda estou com preguiça de falar sobre o filme e o anime que eu terminei de assistir. Mas falarei antes de minhas aulas na ETEC começarem.

Até a próxima ^^

domingo, janeiro 23, 2011

Valkyrie Profile 2: Silmeria

A primeira vez que eu joguei esse jogo ainda estava no fundamental. Um amigo meu havia voltado de sua viagem de Brasília e, sabe-se lá porque, ele comprou alguns jogos lá. Depois de sua volta ele passou em casa para conversarmos e jogarmos. Ele levou os jogos e entre eles estava esse.

Peguei emprestado e comecei a jogar. Mas havia algo muito irritante: o tempo todo ficava aparecendo Reading Disc. Isso acontecia porque o disco estava muito riscado, e o Playstation não conseguia-o ler corretamente. Depois de oito horas jogando eu finalmente desisti, isso atrapalhava demais.

A alguns dias atrás resolvi baixar denovo o jogo para finalizá-lo. Embora meio irritante, o seu sistema de batalhas era bem diferente do que eu já havia visto e eu tinha gostado. Baixei e gravei. Assim comecei a jogar Valkyrie Profile 2.


Como eu já sabia previamente, o Valkyrie Profile 2 é o primeiro na ordem cronológica. E o primeiro jogo é do playstation 1. Talvez um dia eu jogue.

Assim o jogo começa a rodar, começa um CG muito bem feito. Vozes falam sobre perigo, mais tarde é explicado o que são essas vozes.

O jogo tem uma infinidade de personagens, e você se move em apenas duas dimensões. Na hora da batalha o jogo é em três dimensões.

Seus personagens chaves são:

Alicia: Princesa do maior reino de Midgard, o reino de Dipan. Por um erro de Odin na hora de encarnar uma Valquíria, Alicia divide o seu corpo com a Valquíria Silmeria.

Rufus: Um meio-elfo. Serve para ser um dos corpos de Odin, caso o atual dele seja destruido. Possui um anel que o faz não envelhecer, se retirar o anel sua alma se esvai.

Dylan: Um Einherjar de Silmeria. Mais tarde descobre-se que ele é o senhor dos mortos, Brahms.

Lezaford: Aprendiz dos três grandes Magos de Dipan. Surpresas sobre esse personagem é o que não falta.

Leone: Uma mercenária que se junta a outro mercenário chamado Arngrim. Revela-se ser uma Valquíria que quer impedir os humanos de pegarem o Dragon Orb (um dos tesouros de Midgard, item tão forte que pode matar deuses).

Arngrim: Mercenário que encontra Leone. É apenas um mercenário. Segue Alicia junto de Leone pois dizem que em volta do Dragon Orb existem muitos tesouros valiosos.

Silmeria: Valquíria que divide o corpo com Alicia. Se opõe a grande intervenção dos deuses para com os humanos.

Hrist: Forma valquíria de Leone

Lenneth: Valquíria que veio do futuro para impedir Lezaford.

Brahms: Uma vez muito ferido, foi ajudado por Silmeria. Silmeria cedeu o corpo de um de seus Einherjar. Permaneceu dormindo até o grande momento em que foi necessário.

Agora começa a história cheia de reviravoltas. Minha memória deve falhar em diversos pontos mas começa com Alicia/Silmeria fugindo de algum local. Pensando bem agora, deve ser Valhalla. O jogo mostra ela já em uma cidade portuário da qual zarpam navios para Dipan. Alicia/Silmeria conversa com uma das pessoas que está sentada esperando os navios, que não estão mais zarpando. Alicia/Silmeria convida o arqueiro, que se chama Rufus, para segui-la. Rufus nega, Alicia então revela-se para ele que, na verdade, é a princesa de Dipan. O problema é que o rei declarou sua filha morta a anos atrás, por causa da Valquíria que dividia o corpo com ela. Mesmo assim Rufus aceita seguir você, pois percebe que Alicia tem a Valquíria Silmeria em seu corpo.

Existe um caminho por baixo da terra (e mar) para chegar até Dipan, este chama-se Underground's Path. Atravessando o caminho, encontram uma espada enterrada na terra. Silmeria revela seus poderes e traz um Einherjar. Muitos dos Einherjar não conseguem manter por muito tempo sua existência. Isto não acontece com esse, que se chama Dylan. Dylan foi um grande guerreiro de Dipan e morreu a mais de 100 anos atrás.

Einherjar são guerreiros que morreram em batalha e podem ser chamados pela Silmeria. São vários Einherjar, mas só falarei de Dylan e mais um, que são os verdadeiramente relevantes para a história.

Todos eles chegam em Dipan e entram no castelo escondido, procurando pelo rei. Descem até o subterrâneo e começam a encontrar monstro. O que é estranho. Não deveriam haver monstros dentro do castelo. Ao finalmente chegarem a parte mais funda do castelo, que era uma masmorra e virou um laboratório dos três grandes magos de Dipan, encontram uma criatura. Um monstro. Os três lutam contra o monstro e o matam. Continuam seguindo por mais um mapa e encontram o amigo de infância de Alicia. Este amigo de infância é o mais jovem dos três grandes magos. Alicia/Silmeria indaga-o sobre o que estão fazendo, mas ele tenta resistir. Revela que o rei de Dipan ordenou eles a conseguirem o Dragon Orb para poder derrotar os deuses.

Neste momento, os outros dois magos (na verdade, uma maga e um mago valhos) interrompem ele falando que ele não devia contar este tipo de segredo. Alicia, Dylan e Rufus são cercados por guerreiros imperiais e os magos. Quando eles partem para cima, todos eles são teleportados de uma vez para algum outro lugar. Quem os teleportou foi o mago Lezaford Valeth. Lezaford alega que não concorda com o que o rei está fazendo, e que irá ajudá-los a conseguir o Dragon Orb e mantê-lo longe das mãos, tanto de Odin, quanto de Dipan.

Neste momento começa a saga longa atrás do Dragon Orb. Logo após começar a procurar, Leone e Arngrin, não lembro onde, se juntam a Silmeria. Arngrin conheceu Leone a pouco tempo, mas já a respeitava. Leone e Arngrin seguem os dois, alegando estar atrás dos tesouros em volta do Dragon Orb. Todos eles aceitam por pegar um item desse realmente não é algo fácil, e toda ajuda é bem vinda.

Silmeria possui a habilidade de ler objetos para saber o que se passou por lá. Vocês passam por vários locais, rastreando o Dragon Orb. Embora eu possa resumir isto em apenas três linhas, só essa parte é 2/3 do jogo. Enfrenta-se vários bosses, recruta-se vários Einherjars.

Uma coisa bem legal desse jogo é a evolução de Alicia como personagem. Ela muda de, um princesa que mal consegue lutar com espadas e depende totalmente de Silmeria para alguem totalmente confiante e que luta de igual para igual contra qualquer inimigo. Durante a perseguição do Dragon Orb, ela continua meio insegura mas melhorando devagar. Também existe uma relação de simpatia entre Alicia e Leone. Neste momento apenas Alicia sabe que Leone é a outra Valquíria, Hrist. Mas não há nada que ela possa fazer sobre isso.

No último templo, que possui um puzzle bem legal, finalmente encontramos o Dragon Orb, depois de derrotar o monstro guardião (s guardiões humanos haviam sumido a muito tempo). Finalmente encontra o Dragon Orb. Alicia/Silmeria vai pega-lo, mas, no último instante Leone arremessa uma adaga para desviar a atenção e rouba o Dragon Orb. Neste momento revela ser Hrist, uma das três Valquírias.

Algo que eu esqueci de mencionar é que só podem exister uma Valquíria em Midgard por vez. Silmeria não poderia estar encarnada em Alicia, e é o dever de Hrist levá-la de volta para Valhalla. Silmeria defende a ideia de que os humanos não precisam dos deuses e que os deuses deviam deixá-los em paz. Hrist não aceita isso, e acha que os humanos devem apenas obedecer e venerar os deuses. Os deuses já sabem das intenções de Dipan para contra os deuses e pretendem destruir a cidade de Dipan. É por esse motivo primariamente que Alicia/Silmeria fogem. Os deuses querem o Dragon Orb para assim os humanos não terem chances contra eles. O problema é que se o Dragon Orb não está em Midgard, Midgard entrará em crise e com o tempo entrará em colapso, sumindo. Contiunando.

Hrist leva Arngrim e o Dragon Orb com ela. Neste momento há de se correr para Dipan para evitar de ser destruida. Vocês chegam tarde demais e Dipan já está destruida. Chegam a praça do reino, onde o rei será executado. Ao chegar lá, Arngrim está para executá-lo. Hrist, por ser mais forte que os três grandes magos (dos quais apenas dois estão presentes) diz que oferecerá clemência caso eles derrotem Alicia/Silmeria, Rufus e Dylan.

No Underground's Path encontram um dos soldados dos deuses. Este fala com Alicia pensando que é Silmeria. Pede para ela voltar. Neste hora percebemos claramente o quanto Alicia amadureceu. Silmeria fala com Alicia para deixa-la falar. Alicia diz que não, e que ela mesmo lidará com ele. Alicia fala com o soldado e diz que ela não vai fazer nada que ele ordernar. O soldado fica bravo por não estar falando com Alicia e exige falar com ela. Alicia saca sua espada e vocês lutam. Derrotam ele e continuam o seu caminho.

Os magos falham em derrotá-los e aparentam estar mortos. Na verdade haviam usado Ghoul Powder um pó que te transforma em zumbi, e desse modo escaparam da morte, e fugiram de Hrist. Ao final da luta Arngrim coloca o rei na guilhotina e arranca a cabeça dele. Não há nada demais nessa cena, não mostra a cabeça rolando. Hrist e Arngrim vão embora, deixando Alicia em prantos. Os soldados, que agora reconhecem que Alicia, princesa de Dipan, não está morta confidenciam que a mãe dela, a rainha, ainda está viva. Está escondida no castelo. Alicia vai atrás da mãe dela.

Um pouco antes de chegar, Lezaford e Dylan dizem ao Rufus, por ser igual Odin (meio-elfo) ele poderia adquirir a mesma capacidade e lutar de igual para igual contra ele. Rufus fica ofendido e bravo e pergunta gritando se acham que ele é apenas mais um vassalo dos deuses. Ao chegar onde a rainha estaria, veem soldados carregando um caixão. Alicia pergunta de quem pertence ao corpo, e os soldados revelam ser da mãe dela, que se matou logo após o rei morrer. Neste mesmo momento, Hrist e Arngrim re-aparecem. Alicia os culpa pela morte da mãe delas e saca sua espada. Dessa vez vocês lutam. No meio da luta, dois dos três magos aparecem para interromper. Lezaford havia percebido, porém nada comentou. Os magos começam a conjurar o Sovereign Rite, magia restrita a Odin que controla a encarnação das Valquírias. Como Silmeria, no corpo de Alicia, e Hrist estavam lutando uma contra a outra, o Sovereign Rite consegue atingir as duas. Neste momento, Dylan revela ser Brahms, o senhor dos mortos e tenta impedir. Começa algum tipo de magia. Lezaford entra em ação e começa a conjurar outra magia. Dentro do Sovereign Rite mostra Silmeria indo para cima de Hrist para protege-la. Neste momento aprece Freya e impede Brahms de fazer qualquer coisa, congelando e levando ele para Valhalla.

Acontece uma grande explosão. Alicia acorda e percebe que não divide mais o corpo com Silmeria. Olha para os lados e vê Rufus deitado também. Lezaford, Dylan/Brahms, os grandes magos de Dipan, Hrist e Arngrim sumiram. Alicia e Rufus não sabem mais o que fazer. Se já havia sido um choque descobrir que Leone era a Hrist, descobrir que Dylan era o senhor dos mortos, um inimigo declarado de Odin, foi um tombo. Sem a ajuda deles, Midgard com certeza será destruída, e não há nada que eles possam fazer.

Alicia e Rufus vão saíndo da cidade. Ao chegar ao portão da cidade, conversam sobre o que fazer. Decidem-se que irão roubar o Dragon Orb de Odin para colocá-lo na terra novamente. Para isso Rufus precisa ir para Yggdrasil, a árvore que sustena os planos (Midgard, Valhalla...). O problema é que humanos comuns não podem entrar. Alicia decide-se que irá seguir junto de Rufus até o ponto onde for possível.

Finalmente chegam a Yggdrasil. Elfos, que tomam o partido dos deuses, começam a persegui-los. Uma elfa, que suponho eu e o jogo da a entender também, que parece ser a mãe de Rufus salva-os e os esconde. Nesta hora lembrar que uma vez que eles pisarem no plano de Valhalla (Valhalla é um lugar especifíco, o plano em que Valhalla fica eu não me lembro o nome) o tempo não passará. Ghouls podem entrar no plano de transição (não me recordo o nome também) então, se Alicia usar o Ghoul Powder e virar Ghoul, ela poderá entrar. O problema é que ela não pode terminar de virar Ghoul, ou deixará de ser humana para sempre. O anel de Rufus faz o tempo parar e a pessoa não envelhecer, assim como evita que a alma dele saia do corpo, o que é algo muito dolorido e leva à morte.

Decidem voltar até Dipan novamente, porquê, se os magos possuiam Ghoul Powder, ainda deve haver um pouco dele no castelo. Vão, pegam o Ghoul Powder, e voltam sem maiores complicações. Chegam ao portal de transição novamente. Alicia usa o Ghoul Powder para tentar atravessar. O Ghoul Powder demorou até fazer efeito e os elfos os encontram novamente. Estão prontos para matá-lo até a hora que a elfa que os ajudou anterioramente acerta uma flecha na cabeça de um deles. Eles começam a persegui-la, e conseguem matá-la. Neste momento Alicia consegue efetivamente passar pelo portal. Porém ela está virando Ghoul. Rufus entrega o anel a ela, mas sua alma começa a se esvair do corpo. Vocês atravessam o portal inteiro, que um dungeon bem grandinho, e chegam até o plano de Valhalla.

Rufus volta a se sentir melhor, e Alicia não terminará de virar Ghoul enquanto possuir o anel. Finalmente vão até Yggdrasil atrás do grande conhecimento. Ao chegar no local onde está, Odin em pessoa vem impedi-los. Vocês lutam contra Odin e no meio da luta Lezaford aparece. Lezaford ajuda vocês e vocês derrotam Odin. Nesta hora Lezaford mostra mais um pouco de si e some com Odin sua lança, Gungnir. Gungnir, um dos artefatos sagrados que mantém a estabilidade no mundo.

Alicia e Rufus sabem que devem impedir Lezaford pois, seja lá o que ele estiver planejando, não deve ser bom. Dirigem-se a Valhalla. Em Valhalla encontram Arngrim que não está mais ajudando Hrist, uma vez que Odin morreu. Arngrim junta-se a eles para impedir Lezaford. Ao continuar andando encontram com Hrist novamente. Alicia já esta pronta para lutar contra ela até que Hrist revela o que houve na sala. Os magos conjuraram o Sovereign Rite, mas Silmeria a protegeu. Hrist propõem que irá ajudá-los. Mas eles só aceitam se ela aceitar as condições deles.

Freya escuta isso e aparece para impedir. Diz que deuses não devem fazer qualquer tipo de pacto com humanos, e começa uma luta. No meio da luta Hrist, que está com o Dragon Orb, utiliza uma fração do poder do Orb para impedir Freya de continuar agindo. Diz que irá ajudar os humanos e não há nada que ela possa fazer para impedir. Freya desiste e vai embora. Alicia, Rufus, Arngrim e agora Hrist estão em uma sala de Valhalla que pode te teleportar para qualquer lugar. Nesta sala também está o cristal no qual Brahms está congelado. Você descongela-o e ele também entra para o seu grupo. Todos vocês dirigem-se, então, para o local onde Lezaford está.

O plano de Lezaford era o mesmo do rei de Dipan. Construir um novo plano, independente de qualquer outro, onde vocês poderia viver sem a intromissão dos deuses. Para isso ele havia ter de criar uma nova Yggdrasil (é Yggdrasil que segura cada plano).

Vocês vão até essa nova Yggdrasil e no meio do caminho encontram uma outra Valquíria. Esta chamada Lenneth. Lenneth diz que não pertence a esse mundo. Ela pertence a um mundo no qual o Dragon Orb não voltou a Midgard e esta foi destruida e apenas uma pessoas sobreviveu. Quem sobreviveu foi justamente Lezaford. Hrist recorda-se então de ter selado a máquina do tempo que existe no castelo de Dipan, mas não a destruído. Daí, conclui-se que Lezaford veio do futuro e quebrou o selo. Lenneth também se junta a você para derrotar Lezaford finalmente.

Não me lembro como. Se foi antes ou depois, mas até Silmeria, em seu próprio corpo, junta-se a vocês. Todos vocês vão atrás de Lezaford. Vocês lutam contra Lezaford, quando vê que está quase para perder, Lezaford utiliza o Sovereign Rite e aprisiona todas as três valquírias. Lenneth em um grande cristal e as outras duas em pequenos cristais. Lezaford some com o cristal grande e você fica com os dois pequenos cristais. Estes contendo Hrist e Silmeria.

Lezaford não foi muito longe. É só andar mais um pouco para dentro da árvore que ele criou e logo vemos o que ele está tentando fazer. Ele está em volta do grande cristal que aprisionou Lenneth. Seu objetivo é fundir-se com ela. Lezaford fez tudo isso para criar uma novo plano para poder fugir de Lenneth. Lezaford é apaixonado totalmente por Lenneth. Como não pode ter o amor dela, vai até o passado para roubar os artefatos e poder criar um novo plano. Lezaford está tentando fazer o mesmo tipo de ligação que Alicia e Silmeria possuiam, ele quer que a Lenneth faça parte dele também. Não existe chance de eles conseguirem derrota-los, então Brahms tem um plano.

O que Brahms pretendia fazer antes de ter sido interrompido por Freya era "absorver" a Silmeria para ela dividir o corpo com ele e assim ele aumentar o seu poder e poder interromper. Brahms diz que irá fazer o mesmo, porém com as três Valquírias ao mesmo tempo. Só assim eles poderão derrotar Lezaford. Alicia não concorda e diz que, por já estar acostumada com a Silmeria, eles devem fazer isso com ela. Relutantemente, todos aceitam. Rufus demora a aceitar, neste momento ele já é apegado demais à ela. Por ser almas demais, não se sabe se Alicia será a personalidade dominante dentro, ou mesmo se elas não sumirão. As valquírias são almas imortais, mas Alicia, se não for a dominante sumirá para sempre.

A pnúltima batalha do jogo começa. Vocês, ao mesmo tempo que tentam não morrer para o Lezaford, tentam destruir o cristal. Ao finalmente destruirem o cristal, Brahms começa a conjurar sua magia e transfere as três Valquírias para o corpo de Alicia. Está se transforma, ficando muito mais poderosa. Com todo esse poder, vocês derrotam Lezaford.

Rufus acorda em algum local desconhecido. O que sobrou da "Yggdrasil" que Lezaford tentava criar. Junto dele está Arngrim e Brahms. Brahms ainda possui um pedaço do espelho de Valhalla que pode te teleportar para qualquer lugar. Ele mesmo decide que irá morrer por lá mesmo, Arngrim e Rufus vão embora.

O jogo acaba.

Nossa. Realmente me surpreendi o quanto lembrei. A história no geral eu lembrei bem, só não coisas irrelevantes. Mas algumas coisas engraçadas ainda me lembro. Se você um Einherjar que se relacionou com algum outro, eles irão ter outras falas caso os dois estejam presentes na batalha. Você encontra um mercador em uma das cidades. Ele diz que se você levar para ele certos itens, ele fará certas armas. Diz que não vai pegar por ele mesmo esses itens porque não sabe lutar, conta que com o pai dele era diferente. Ele era um mercador que sabia lutar. Em Valhalla você encontra o pai dele, que é mercador e te vende itens.

O sistema de batalha é realmente muito bom. Você possui o seu AP. E cada ação consome um certo tanto de AP. Para recuperar AP o tempo tem que passar. Para o tempo passar é só você andar ou apertar R3, a batalha toda está congelada se você não se mexe. Ao apertar R3 você não se mexe, mas seus inimigos sim. Se você entrar na linha de alcance deles, receberá golpes. Recebendo golpes você recupera vida. É melhor jogar o jogo para descobrir como ele é.

Outra coisa bem legal são os especiais. Cada arma de da um número de ataques que você pode fazer. Algumas dessas armas possuem também especiais. Os especiais são sempre os mesmo para os personagens (isto é, ele mudam, mas é apenas uma vez e por causa da história do jogo). Os especiais não consomem AP, e ajudam muito na batalha. Você simplesmente tem que completar a barra azul que aumenta conforme o número de hits você consegue acertar antes de zerar o AP. Ao enxer a barra você pode usar o especial. Se ao usar o especial, você conseguir enxer novamente a barra, mais um especial pode ser usada. Dependendo da sua combinação de personagens todos eles conseguem executar o especial, o que é uma mão na roda na hora de dar dano.

Alicia, Hrist, Lenneth e Silmeria usam o mesmo especial, o Ninbelung Valesti. O Ninbelung Valesti da Alicia no começo muda. No meio do jogo. Este é igual para todas as valquírias. Ao se fundir com todas as valquírias, o Ninbelung Valesti muda totalmente de animação e fica bem mais diferente. O que me chateou, por isso o meu time só possuia a Alicia mesmo. Alicia e Lenneth usam uma espada comum, Silmeria usa um arco e Hrist uma lança. Não gostava do fato de todas usarem uma espada normal em seus especiais, e estes ainda por cima serem o mesmo.

Leone usa um especial só dela, ao virar Hrist muda para o Ninbelung Valesti também. Arngrim da primeira vez com você também. Dylan utiliza uma espada larga, quando vira Brahms usa soqueira, então é natural que seu especial mude. Rufus que sempre usa arco, ganha o especial que mais consegue aumentar a barra de especiais, sendo ele essencial para conseguir utilizar todos os especiais em uma rodada só.

É isso aí. Esse jogo é realmente demais. Sua história é longa e bem trabalhada. O crescimento emocional dos personagens como Rufus e Alicia (que são os únicos que nunca saem do grupo) me chamou atenção. Talvez eu até tenha jogado outros jogos que isso aconteça, mas só dessa vez prestei atenção.

Finalmente escrevi sobre todos os jogos que eu joguei nessas férias. Ainda estou jogando Atelier Iris 3, mas finalizarei ele em breve. Depois disso, começarei o Final Fantasy XII. Então devo ficar um bom tempo sem escrever, aquele jogo é enorme. Espero terminá-lo antes de minhas aulas começarem, quando começarem não terei tempo para nada. Maldita ETEC.

Ah! Como pude me esquecer. Não falarei só sobre jogo aqui. Recentemente assistio filme do Gundam 00, Suzumiya Haruhi no Shoushitsu e terminei de assistir Eve no Jikan, então ainda tenho bastante coisa sobre o que escrever.